Muitos profissionais do magistério defendem não iniciar o ano letivo de 2022 enquanto a questão do reajuste de 33,23% não for resolvida. Vote até dia 1º (terça-feira) na enquete abaixo e dê também sua opinião.
Nova pandemia é "inevitável", dizem especialistas, como o Dr. Ralcyon Teixeira
>> Dr. Ralcyon Teixeira é uma das maiores autoridades do país no assunto e diretor médico do Emílio Ribas, hospital referência na área de infectologia
>> "Temos certeza de que vai ter (uma próxima pandemia). Resta saber quando", concorda a coordenadora de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Tânia Fonseca
>> A Organização Mundial da Saúde (OMS) também já se manifestou sobre a situação, na mesma linha dos pesquisadores citados
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>> Por Redação / Segundo matéria do "Estadão" deste sábado (6), uma outra crise sanitária global se aproxima, provavelmente provocada também por vírus respiratório, tal como foi a de Covid-19 que matou, só no Brasil, mais de 700 mil pessoas. Muito preocupante. Mudanças climáticas estariam na raiz do surgimento e disseminação de patógenos e dessa nova e provável pandemia.
"Inevitável"
Para o Dr. Ralcyon Teixeira (foto), grande autoridade no assunto e diretor médico do Emílio Ribas, hospital referência na área de infectologia, problema é "inevitável". Para Tânia Fonseca, coordenadora de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz:
"Temos certeza de que vai ter (uma próxima pandemia). Resta saber quando.
"Daqui a poucos anos"
"Ainda não é possível precisar quando um novo surto deve acontecer, mas as pesquisas estimam que será nas próximas décadas, diz a cientista e pesquisadora Lívia Caricio, diretora do Instituto Evandro Chagas (IEC), instituição de pesquisa e vigilância em saúde na Região Amazônica. Ela afirma também:
"A previsão não é para daqui 50 anos, é para um período bem próximo, daqui a poucos anos."
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OMS
"A Organização Mundial da Saúde (OMS) também já se manifestou sobre o assunto, na mesma linha dos pesquisadores acima, e reforçou que a preparação deve ser agora para uma resposta mais oportuna do que foi com a covid-19."
"O fim da covid-19 como emergência de saúde global não é o fim da covid-19 como uma ameaça à saúde mundial. A ameaça de surgir uma nova variante capaz de provocar novos surtos de doença e morte permanece. E permanece também a ameaça de que apareça outro patógeno com potencial ainda mais letal", afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS, em discurso de 2023."
Leia íntegra da matéria no Estadão
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Mais recentes:
Só tem um jeito do Ciro ser levado a sério
Landim Neto, docente e editor do Dever de Classe
Apesar das pressões inconsequentes da CNM, cresce o número de gestores que cumprem o que está na lei do piso dos professores e em decisão do STF. Há caso até de correção acima do estipulado. Tendência é que ações desse tipo se espalhem cada vez mais por todo o País.
Portarias que definiram o reajuste — em consonância com a lei 11.738/2008 — já foram publicadas e resolvidas. Anúncio oficial feito pelo MEC não precisa ser acompanhado de novo documento desse tipo. Prefeito ou governador que se referir a isso para negar ou dificultar cumprimento da correção salarial estará de má fé ou mal intencionado.
Secretaria Municipal de Educação foi autorizada a iniciar os levantamentos necessários para a concessão do reajuste.
Mais recente Nota Oficial da entidade representativa de prefeitos, de forma dura, usa novamente fake news para ratificar que reajuste de 33,23% deve ser descumprido. Caso tal retórica não seja desmontada de forma técnica, política e de modo bem amplo e firme, atualização salarial se inviabilizará, pois não são poucos os gestores que estão dispostos...
Três verdades sobre o reajuste do magistério
1. Jair Bolsonaro atrasou — propositalmente — em mais um de mês o anúncio oficial que, pela lei criada por Lula, deveria ter sido feito ainda no dia 21 de dezembro do ano passado. 2. Jair Bolsonaro articulou com a CNM e publicou através do MEC uma nota para tentar deslegitimar o reajuste. 3. E Jair Bolsonaro está caladinho diante...
Paulo Ziulkoski, presidente da entidade, não aceita derrota e quer continuar a bagunçar a lei e prejudicar o magistério. Categoria deve iniciar campanha nacional para que nenhum centavo mais saia dos cofres públicos municipais para financiar essa instituição nociva aos interesses da população.
Divulgação pelo MEC do índice de 33,23% fará com que muitos gestores paguem o aumento sem maiores problemas, principalmente aqueles que disseram esperar apenas por esse anúncio. Especialista consultado pelo Dever de Classe fala mais sobre o assunto.








