Por razões óbvias, Lula pode virar voto em pelo menos três grupos que votaram em Flávio Bolsonaro
Segundo último Datafolha, 41% dizem votar em Flávio porque querem 'mudança', e na classe média, o fascista supera Lula por 55% a 40%; há ainda o seguimento dos mais pobres, onde o petista pode avançar mais
Vox Brasil mostra que Lula deve chegar no domingo com 2% ou 3% à frente de Flávio Bolsonaro
O candidato do PT e do povo brasileiro cresce qualitativamente em todas as consultas, enquanto o representante dos EUA e do Vorcaro estagnou com tendência de oscilar para baixo
Cortes drásticos nos gastos públicos sufocam serviços essenciais de saúde e educação, empurram milhões para a indigência e forçam a população a medidas extremas — como comer carne de burro — para não morrer de fome
São filhos de figuras públicas consagradas — atores, diretores, músicos, modelos e produtores executivos — que constroem carreiras nos mesmos mercados culturais de seus pais; confira o que alguns deles prometem para o cinema e TV nos próximos meses
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São filhos de figuras públicas consagradas — atores, diretores, músicos, modelos e produtores executivos — que constroem carreiras nos mesmos mercados culturais de seus pais; confira o que alguns deles prometem para o cinema e TV nos próximos meses
A versão original da obra foi apresentada em agosto de 1619, como parte da peça teatral El Rey Don Manuel Conquistador de Oriente, no Colégio de Santo Antão, em Lisboa
Há meio século, em outubro de 1976, as prateleiras das lojas de discos brasileiras recebiam um objeto que mudaria para sempre o eixo de gravidade da nossa canção popular, o álbum Alucinação, um dos melhores clássicos de Belchior
O filme se passa em meio à catastrófica crise econômica e colapso financeiro do Líbano, quando bancos corrompidos congelaram ilegalmente as economias de vida de milhões de cidadãos comuns
O Bo Burnham nessa fase de Inside — cabelo desgrenhado, óculos de grau, bigodinho e aquele olhar de quem questiona o sentido de absolutamente tudo no universo é fisicamente idêntico ao nosso inesquecível Belchior!
O rock não morreu, meu querido Paulo Ricardo; ele só cansou de pedir licença para tocar em rádio comercial e foi fazer barulho onde realmente importa: na rua, nos festivais independentes e nas plataformas de streaming, longe das amarras do mainstream engessado








