No Brasil, 27 % dos lares de classe média gastam mais do que ganham, ou seja, estão muito endividados, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Pandemia de Covid-19 agravou situação.
Ministro do STF Dias Toffoli manda PF investigar senador Sérgio Moro
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo. Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Ou pague no pix (recomendável, vem integral):
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
>> Por Redação / O senador Sérgio Moro (União-Brasil/PR) corre sério risco de passar uma boa temporada na cadeia, na companhia de seu irmão de ideias Jair Bolsonaro. Segundo matéria desta quarta-feira (3) da Folha de S.Paulo, a Polícia Federal já está no encalço do "ex-juiz ladrão", a mando do ministro do STF Dias Toffoli. Diz o jornal:
"As diligências são relacionadas a uma investigação sobre acusações feitas pelo ex-deputado estadual Tony Garcia contra o senador Sergio Moro (União Brasil-PR), ex-juiz responsável pelas decisões relacionadas à operação."
"Garcia afirma ter sido obrigado a gravar pessoas de forma ilegal a pedido de Moro durante investigações do caso Banestado, em dezembro de 2004, como parte de seu acordo de delação premiada."
Matéria continua mais abaixo
Leia também:
30 bilhões de dólares
Segundo também a Folha, o caso Banestado envolve a "soma de US$ 30 bilhões, movimentados entre 1996 e 1997. O principal destino do dinheiro no exterior era a agência do Banestado (Banco do Estado do Paraná) em Nova York."
Com a ordem de Toffoli, a Polícia Federal já começou a acessar informações dos terminais e computadores da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde tramitou a Operação Lava Jato e esse bilionário caso foi tratado.
Esse senador e "ex-juiz ladrão" terá muito o que explicar.
Receba atualizações:
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo. Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Pague no pix (recomendável, vem integral):
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
Receba atualizações:
Mais recentes do tópico política:
Coluna do Globo ensina como se fecha agências do BB e se demite servidor sem o povo saber
O grupo Globo e os Marinhos sempre foram contra o serviço público e sobrevivem dos anúncios de grandes corporações econômicas, em particular de bancos privados.
Bem ao contrário das grosseiras notícias falsas que Jair Bolsonaro e seus seguidores espalham diariamente nas redes sociais, as fake news da grande imprensa vêm embaladas numa linguagem refinada para tentar confundir a maioria da população, embora sejam tão cabeludas quanto as lorotas do presidente.
O ministro da Economia do governo Bolsonaro é banqueiro e fala em causa própria. Lula criou uma fórmula que elevava o salário mínimo acima da inflação. Ainda assim, em seu governo foram gerados mais de 15 milhões de novos postos de trabalho com carteira assinada. E em 2014, no governo Dilma, o Brasil teve a menor taxa de desemprego da História....
Ao debochar da presidenta Dilma e de todas as vítimas de tortura durante a ditadura militar, Bolsonaro revela de forma mais crua o seu lado fascista e de indivíduo sem nenhum apreço pela vida alheia. É caso de impeachment e até prisão.
Em crise, parte da classe média bolsonarista terá Ceia de Natal à base de piaba, ovo frito e água
Parte da classe média que saiu às ruas para tirar o PT do governo faliu. Agora, pelo menos na Ceia de Natal deste ano, terá que esquecer peru, panetone e vinho.
Funcionalismo pode virar refém de chantagens e abusos dentro dos órgãos públicos — sobretudo as mulheres — nesses tempos de exacerbação do machismo.
Com Reforma, apenas cargos típicos de Estado não correm risco de privatização; saiba quais...
PEC 32/2020 abre largo espaço para a entrega de ampla parte do setor público a particulares, onde se inclui hospitais, escolas e universidades.
Tal dispositivo poderá ser aplicado em escolas, universidades, hospitais etc. Apenas os cargos típicos de Estado não serão atingidos. É, na prática, a privatização do setor público.








