A mentira como arma da CNM contra o reajuste do magistério
Para sabotar o reajuste dos professores, Paulo Ziulkoski está participando de assembleias on-line de gestores para reforçar a mentira de que a correção salarial de 33,23% não tem base legal porque seria baseada apenas em uma portaria do Ministério da Educação (PORTARIA Nº 67, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Matéria publicada em 25 de fevereiro no site da CNM não deixa dúvidas quanto a tal prática irresponsável e criminosa.
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Trecho da matéria da CNM:
Ao orientá-los, o presidente da CNM [Paulo Ziulkoski] explicou que a portaria é um ato normativo e não tem força de lei, logo não pode ser usada para nortear o reajuste [de 33,23%], pois fere o princípio da legalidade. "Nesse momento principal, como deve ser sempre na nossa vida, a gente precisa de serenidade para não agir pela emoção e nem politicamente", alertou.
Aos gestores municipais integrantes da Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi-PR), Ziulkoski falour para quase 60 participantes.
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