Diz o Dr Walmir Brelaz, do Sintepp-Pa:
"Em termos objetivos, a prevalecer o que decidiu a 1ª
Turma [a partir da DECISÃO MONOCRÁTICA de Alexandre de Moraes], o piso do magistério dos servidores da educação estadual só deverá ser
reajustado no próximo ano (2023) se o percentual divulgado pelo Ministério da
Educação (MEC) ultrapassar 80% do atual valor do piso (R$ 3.845,63), ALGO IMPOSSÍVEL." (Grifos nossos).
"Portanto, na
prática, a DECISÃO PÕE FIM AO PISO DO MAGISTÉRIO. A LEI DO PISO SE TRANSFORMARÁ EM MAIS UMA NORMA SEM SENTIDO REAL, pois, mesmo que a decisão seja restrita às
partes — categoria estadual e Estado [do Pará] — e ao ano de 2017, ELA SE ESTENDERÁ AO TODOS OS ENTES — ESTADUAIS E MUNICIPAIS —, e aos anos passados, ou seja, os
retroativos do piso de 2016 que o estado do Pará ficou devendo aos servidores,
por exemplo, correm verdadeira ameaça de também perderem objeto." (Grifos nossos).
Sintepp-Pa vai recorrer
A nota assinada pelo Dr Walmir Brelaz diz que "o sindicato contestou cada um dos fundamentos da
decisão de Alexandre de Moraes e Primeira Turma do STF e recorrerá novamente:
"O SINTEPP VAI RECORRER DA DECISÃO AO PLENÁRIO
DO STF."