03. Restrição de direitos e garantias já conquistados. A reforma veda, além das férias citadas acima, vários outros direitos e garantias já conquistados pelos professores. Um desses direitos é o crescimento salarial por conta do tempo de serviço. Com a reforma, isto fica proibido, inclusive para os atuais docentes.
04. Possibilidade de mais enfermidades. Com aprovação da reforma, probabilidade de adoecer para os professores aumenta, porque o estresse crescerá por causa do medo de demissão e piora na carreira e salários. Além disso, caso reforma seja mesmo aprovada e estabilidade acabe, gestores podem querer aumentar a jornada em sala de aula para os docentes, por causa das demissões, que passarão a ser rotineiras.
Qual é então a saída para o magistério?
Lutar para que essa reforma não seja aprovada. Não há outro caminho. Essa luta, aliás, deve ser de todo o funcionalismo do Brasil, da educação ou não.