Além do dinheiro do Fundeb, há também o percentual constitucional de pelo menos 25% dos recursos oriundos de tributos que estados, DF e municípios devem aplicar em Educação.
Na cidade de Belém-PA, por exemplo, o prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) pagou abono de R$ 9 mil a todos os servidores da Educação, e não somente aos professores. Origem dos recursos: sobras do Fundeb e desse referido percentual. Lei aqui.
Outro fator positivo para o reajuste do magistério em 2022 é a elevação da complementação da União para o principal fundo que mantém a educação básica pública. Percentual sobe de 12% para 15%. Que ninguém pense que é pouca coisa. São bilhões a mais nos cofres de prefeitos e governadores.
Por fim, há que se destacar um adicional bilionário no FPM que os prefeitos terão a partir do próximo ano. São mais recursos que, também, podem ser usados na valorização dos profissionais da Educação. Leia aqui.
Os números, portanto, são bem otimistas para o reajuste do magistério em 2022. Não há como um gestor negar. Resta aos educadores e seus sindicatos pressionar para que a lei seja cumprida.