Luta da categoria é para manter correção tal como está na lei do piso, o que traz ganho real todo ano. CNM e gestores lutam para emplacar atualização apenas pela inflação do ano anterior, que é danoso ao magistério, conforme esclarece tabela apresentada nesta matéria.
Nova pandemia é "inevitável", dizem especialistas, como o Dr. Ralcyon Teixeira
>> Dr. Ralcyon Teixeira é uma das maiores autoridades do país no assunto e diretor médico do Emílio Ribas, hospital referência na área de infectologia
>> "Temos certeza de que vai ter (uma próxima pandemia). Resta saber quando", concorda a coordenadora de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Tânia Fonseca
>> A Organização Mundial da Saúde (OMS) também já se manifestou sobre a situação, na mesma linha dos pesquisadores citados
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>> Por Redação / Segundo matéria do "Estadão" deste sábado (6), uma outra crise sanitária global se aproxima, provavelmente provocada também por vírus respiratório, tal como foi a de Covid-19 que matou, só no Brasil, mais de 700 mil pessoas. Muito preocupante. Mudanças climáticas estariam na raiz do surgimento e disseminação de patógenos e dessa nova e provável pandemia.
"Inevitável"

Para o Dr. Ralcyon Teixeira (foto), grande autoridade no assunto e diretor médico do Emílio Ribas, hospital referência na área de infectologia, problema é "inevitável". Para Tânia Fonseca, coordenadora de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz:
"Temos certeza de que vai ter (uma próxima pandemia). Resta saber quando.
"Daqui a poucos anos"
"Ainda não é possível precisar quando um novo surto deve acontecer, mas as pesquisas estimam que será nas próximas décadas, diz a cientista e pesquisadora Lívia Caricio, diretora do Instituto Evandro Chagas (IEC), instituição de pesquisa e vigilância em saúde na Região Amazônica. Ela afirma também:
"A previsão não é para daqui 50 anos, é para um período bem próximo, daqui a poucos anos."
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OMS
"A Organização Mundial da Saúde (OMS) também já se manifestou sobre o assunto, na mesma linha dos pesquisadores acima, e reforçou que a preparação deve ser agora para uma resposta mais oportuna do que foi com a covid-19."
"O fim da covid-19 como emergência de saúde global não é o fim da covid-19 como uma ameaça à saúde mundial. A ameaça de surgir uma nova variante capaz de provocar novos surtos de doença e morte permanece. E permanece também a ameaça de que apareça outro patógeno com potencial ainda mais letal", afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS, em discurso de 2023."
Leia íntegra da matéria no Estadão
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Mais recentes:
Gerônimo Rodrigues (PT) disse que sua equipe estava aguardando a definição do governo federal em relação ao percentual do reajuste e agora está se debruçando sobre os impactos no orçamento estadual.
As duas são locuções conjuntivas e servem para conectar (ligar) orações, exprimindo ideias de proporcionalidade ou causa/consequência.
É preciso conter o chefão da CNM
Educação | Tão logo o ministro da Educação Camilo Santana (PT) confirmou o reajuste de 14,95% para o magistério neste 2023, o presidente da CNM — senhor Paulo Ziulkoski — passou a pregar uma rebelião contra a lei do piso dos professores e vomitar ódio contra os docentes. E tudo de forma irresponsável e sem qualquer resquício de razoabilidade....
Em vez de ou ao invés de: saiba quando usar
Há diferença de sentido entre as duas expressões. Por isso, é preciso atenção na hora de usar.
Em seu perfil oficial no Twitter, presidente diz que o que viu em Roraima foi bem mais que uma crise humanitária, foi um genocídio. Se o crime foi premeditado, resta agora apurar e punir com rigor todos os responsáveis pelo massacre, a começar pelo senhor Jair Bolsonaro e ex-ministra e atual senadora Damares Alves.
"Alguém honestamente ainda acha que é exagero dizer que Bolsonaro deliberadamente matou?", questiona o parlamentar do PSOL em tom de afirmação, no Twitter.
IBGE prevê safra recorde para 2023
Novos tempos. Estimativa é de 296,2 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, com alta de 12,6% frente a 2022.
Cerca de 15% dos jovens de 15 a 29 anos, que correspondem a 7,6 milhões de pessoas, não frequentavam escola formal, não trabalhavam e não estavam procurando trabalho em 2021. Estudo foi publicado recentemente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).








