Sangria nos salários de quem não está mais na ativa se intensificou a partir da Reforma da Previdência criada pelo presidente Bolsonaro. Cortes nos benefícios chegam a até 14% mensais.
Nova pandemia é "inevitável", dizem especialistas, como o Dr. Ralcyon Teixeira
>> Dr. Ralcyon Teixeira é uma das maiores autoridades do país no assunto e diretor médico do Emílio Ribas, hospital referência na área de infectologia
>> "Temos certeza de que vai ter (uma próxima pandemia). Resta saber quando", concorda a coordenadora de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Tânia Fonseca
>> A Organização Mundial da Saúde (OMS) também já se manifestou sobre a situação, na mesma linha dos pesquisadores citados
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo. Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Ou pague no pix (recomendável, vem integral):
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
>> Por Redação / Segundo matéria do "Estadão" deste sábado (6), uma outra crise sanitária global se aproxima, provavelmente provocada também por vírus respiratório, tal como foi a de Covid-19 que matou, só no Brasil, mais de 700 mil pessoas. Muito preocupante. Mudanças climáticas estariam na raiz do surgimento e disseminação de patógenos e dessa nova e provável pandemia.
"Inevitável"

Para o Dr. Ralcyon Teixeira (foto), grande autoridade no assunto e diretor médico do Emílio Ribas, hospital referência na área de infectologia, problema é "inevitável". Para Tânia Fonseca, coordenadora de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz:
"Temos certeza de que vai ter (uma próxima pandemia). Resta saber quando.
"Daqui a poucos anos"
"Ainda não é possível precisar quando um novo surto deve acontecer, mas as pesquisas estimam que será nas próximas décadas, diz a cientista e pesquisadora Lívia Caricio, diretora do Instituto Evandro Chagas (IEC), instituição de pesquisa e vigilância em saúde na Região Amazônica. Ela afirma também:
"A previsão não é para daqui 50 anos, é para um período bem próximo, daqui a poucos anos."
Continua mais abaixo
Receba atualizações:
OMS
"A Organização Mundial da Saúde (OMS) também já se manifestou sobre o assunto, na mesma linha dos pesquisadores acima, e reforçou que a preparação deve ser agora para uma resposta mais oportuna do que foi com a covid-19."
"O fim da covid-19 como emergência de saúde global não é o fim da covid-19 como uma ameaça à saúde mundial. A ameaça de surgir uma nova variante capaz de provocar novos surtos de doença e morte permanece. E permanece também a ameaça de que apareça outro patógeno com potencial ainda mais letal", afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS, em discurso de 2023."
Leia íntegra da matéria no Estadão
Leia também:
- Após gastar quase R$ 2 bi com leite condensado & cia, Bolsonaro corta leitos de UTI para Covid
- Aumento de mortes por Covid mostra que houve precipitação na volta às aulas presenciais
- Basta um aluno ter a Covid-19 e a vida dos professores estará em risco, sugere um dos maiores cientistas do País
- Covid-19: professoras dizem que nem amarradas voltam às escolas e fazem um apelo aos colegas
- Deputadas criam Projeto de Lei que coloca docentes como prioritários na fila da vacinação contra Covid-19
- Professores estão entre os profissionais mais vulneráveis à Covid-19, diz médico
- Mãe compara escola a abatedouro e diz que não vai correr o risco de perder o filho para a Covid-19
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo. Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Pague no pix (recomendável, vem integral):
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
Receba atualizações:
Mais recentes:
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) diz que os efeitos da Lei 14.276/2021 não retroagem ao início do exercício de 2021. Logo, "pessoal sem formação pedagógica não pode (poderia) ser incluído em rateios feitos no ano que passou."
"Não leve flores"
Landim Neto, docente e editor do Dever de Classe
Semec de Belém atendeu a uma solicitação do Dever de Classe e nos enviou importantes esclarecimentos sobre pleitos dos educadores, em particular quanto à atualização salarial prevista para este ano.
Na perspectiva de retorno geral às escolas, docentes devem ficar atentos não somente à questão do reajuste anual da categoria.
Correção deste ano é extraída de portarias interministeriais nº 3, de 25.11.2020 e nº 10, de 20.12.2021. A recente portaria ME/MEC nº 11 não altera para mais ou para menos o percentual anunciado de 33,23%.
Entenda melhor esta e outras questões através de perguntas e respostas mais frequentes sobre a atualização salarial do magistério.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) esclarece que o reajuste para 2022 é mesmo 33,23% e que tal índice tem base constitucional, a partir de conclusão de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Resta a estados e municípios apenas cumprir a lei e pagar aos educadores.
Dados atualizados do Banco do Brasil mostram que recursos do Fundeb cresceram, o que viabiliza correção salarial de 33,23% já agora em janeiro, tal como reza a lei do Piso Nacional do Magistério.








