Pedido é simples e feito direto ao Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal, sem necessidade de intervenção da justiça. Servidor deve avaliar se vale a pena pedir o resgate, pois os bancos no geral não devolvem o valor integral da transação.
Hugo Motta comemora protocolo de reforma que arrasa o funcionalismo público
PEC 32 significa desmonte do serviço público e não traz nenhuma vantagem aos atuais ou futuros servidores, só prejuízos
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Pelas redes sociais, o presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta (Republicanos-PB) comemora o protocolo nesta sexta-feira (24) da PEC 32 (Reforma Administrativa), projeto que arrasa o funcionalismo público. No X (antigo Twitter), ele destaca:
O maior privilégio do Estado deve ser SERVIR. Por isso, anuncio que a PEC que trata da modernização do Estado foi protocolada e está pronta para ser discutida, apreciada e melhorada!
— Hugo Motta (@HugoMottaPB) October 24, 2025
O brasileiro atualizou tudo: banco, celular, carro, jeito de trabalhar. Chegou a hora de…
Não é reforma, é demolição
A base do projeto que Hugo Motta comemora, sinteticamente consiste em:
- Fim da estabilidade, inclusive para atuais servidores
- Fim de direitos dos atuais funcionários
- Congelamento de salários
- Fim das carreiras
- Fim dos concursos públicos
- Terceirizações
- Privatizações
>> Leia mais em: A Reforma Administrativa e os atuais e futuros servidores
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Rogério Correia (PT-MG) afirma que pressão dos servidores públicos da Saúde e Educação na Câmara na última quarta-feira (18) trouxe novos elementos que podem alterar profundamente os rumos da PEC 32.
Rogério Correia é membro da Comissão Especial da Câmara que analisa a PEC 32 do governo Bolsonaro. Parlamentar explica que demissão em massa é para enquadrar o atual servidor no artigo 37-A do projeto, que impõe a privatização dos serviços públicos no País, sobretudo na Saúde e Educação.
Segundo dados do IBGE do último mês de julho, cerca de 15 milhões de brasileiros estão desempregados. Fechamento de pontos da MAC só agrava essa situação. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro brinca de andar de motocicleta pelo país e promove fumacê com tanques de guerra em frente ao Congresso Nacional.
Iniciativa se contrapõe à Reforma Administrativa do governo Bolsonaro, que prejudica servidores dos três poderes da União, Distrito Federal, estados e municípios. No caso dos profissionais do magistério, embasamento está na Lei do Plano Nacional de Educação (PNE). Proposta será enviada a deputados e senadores.




