Uma alimentação equilibrada e nutritiva é aliada fundamental na prevenção de problemas de garganta, estresse, depressão, ansiedade, doenças cardíacas e dores na coluna
Senado vota Pec que propõe duros ataques à educação pública e salário do professor
O projeto é do senador Bolsonarista Marcos Rogério (DEM-RO). A senadora Soraya Thronick (PSL-MS) piorou ainda mais a proposta, ao desresponsabilizar DF, estados e municípios de cumprir no mínimo 70% dos recursos do FUNDEB com pagamento dos profissionais da educação. Pec tem caráter transitório, ou seja, pode ser copiada todo ano.
Publicidade

Educação | A Pec 13/2021 será votada na tarde desta terça-feira (31). Projeto é do senador bolsonarista Marcos Rogério (DEM-RO) e foi piorada ainda mais pela senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).
Caso medida seja aprovada, escolas públicas perdem verbas e salário mensal dos profissionais do magistério do DF, estados e municípios podem até atrasar, conforme veremos após o anúncio.
Relacionadas:
- Jurista explica os seis pontos principais do PL que cria o "novo" piso nacional do magistério
- Deputado pede aprovação urgente de projeto que revoga lei do Piso Nacional do Magistério
- Manobra para acabar piso nacional dos professores é derrotada na Câmara
- Advogado explica por que piso nacional dos professores deve crescer no mínimo 12,5% em janeiro de 2022
Em 4 pontos, veja o que significa a Pec 13/2021, do senador Marcos Rogèrio:
- Tira a responsabilidade do DF, estados e municípios de aplicar o mínimo constitucional de 25% na educação pública. Com menos recursos, escolas e profissionais da pasta ficam no prejuízo.
- Desresponsabiliza os entes da federação de cumprir o inciso XI do art. 212-A da Constituição Federal. Tal dispositivo determina que no mínimo 70% dos recursos do FUNDEB serão para pagar os profissionais da educação básica em efetivo exercício. Ideia é da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS). Se com 70%, prefeitos e governadores dizem que não há dinheiro para o piso nacional da categoria, imaginem sem esse percentual mínimo obrigatório. Continua, após o anúncio.
- Funde pisos constitucionais mínimos da saúde e educação. Segundo a CNTE, na prática, a medida resultará na perda de recursos para a educação, uma vez que estados e municípios foram obrigados a investir mais do que o habitual em saúde no contexto da pandemia de Covid-19.
- Embora os defensores dessa Pec digam que ela vale apenas para 2020/2021, por conta do coronavírus, projeto vai para as Disposições Transitórias da Constituição Federal, o que abre brechas para que seja reeditada todo ano, bastando para isso que autoridades de plantão aleguem que o País está em crise.
Compartilhe e curta abaixo nossa página no Facebook, para receber atualizações sobre este tema.
Faça uma pequena doação de um valor qualquer para que possamos continuar a manter este site aberto. Caso não possa ou não queira colaborar, continue a nos acessar do mesmo jeito enquanto estivermos ativos. Gratos.
Doar com PagSeguro
Curta nossa página e receba atualizações sobre este tema!
Mais recentes sobre educação...
"O segredo é combinar velhos recursos conhecidos de todos nós com um tipo de ação inusitada que, literalmente, faça os alunos acordarem para a vida; me inspirei na famosa professora de português e apresentada de TV Cíntia Chagas; está dando certo"
Para docente da USP, aprovação automática de alunos não significa que a educação básica vai bem
Dados do Inep em 2025 apontam para uma redução nos índices de distorção idade-série no Brasil, nos ensino fundamental e médio; especialistas alertam, entretanto, que isso não significa que a educação básica vai bem, pois "inúmeros estudantes chegam nos anos finais do ensino fundamental sem proficiência básica em leitura, escrita e operações...
Sobre Educação, Cultura & muito mais...
Regra geral da proposta proíbe a realização de concursos públicos sem oferta de vagas imediatas; mas há exceções, em alguns casos
A responsabilidade pública de que trata caput da proposta independe da comprovação de dolo ou culpa do agente público e abrange os danos ocorridos no interior do estabelecimento de ensino e no trajeto entre a residência e o local de trabalho, e vice-versa; proposta é da deputada professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP)





