Ao investigar as raízes do problema, torna-se evidente que a agressão não nasce do vazio, mas sim de uma convergência complexa de fatores individuais, relacionais e estruturais
Governador quase cumpre a lei e anuncia 31,3% ao magistério
Percentual é retroativo a primeiro deste mês de janeiro e aposentados também terão direito. Associação divulgou tabela com valores.

Educação | Segundo nota no Facebook da Associação dos Professores em Licenciatura Plena do Estado da Paraíba (APLP), o governador João Azevêdo (PSB-PB) anunciou oficialmente reajuste de 31,3% para o magistério. Bateu na trave, como se diz no mundo do futebol. Para cumprir na íntegra a atualização salarial dos educadores em 2022, percentual deveria ser 33,23%. "Não é o total, mas já é alguma coisa", diz docente sobre o anúncio.
Tabela
A APLP divulgou tabela com o reajuste e informa que aposentados também terão direito. Correção será retroativa a janeiro. Ver mais detalhes, após o anúncio.
Leia também:
Governador se equivoca
Segundo o portal Paraíba Notícia (19): "Caso o reajuste do governo federal for superior aos 31,02%, o governo do estadual pagará a diferença nos contracheques do mês de fevereiro, com efeito retroativo a janeiro."
Caso o governador João Azevêdo tenha feito mesmo tal promessa, ele está muito equivocado. O reajuste de 33,23% já está definido desde 2021, por conta do crescimento do custo aluno.
Azevêdo, portanto, deveria logo cumprir a lei na íntegra e não esperar por algo que já foi divulgado. Falta pouco.
Compartilhe e curta abaixo nossa página no Twitter e Facebook, para receber atualizações sobre este tema. E aproveite também para deixar uma pequena doação ao nosso site.
Ajude com uma pequena doação de qualquer valor. Temos custos a pagar todos os meses e, para manter nossas publicações, precisamos de seu apoio. Se não quiser ou não puder doar, continue a nos acessar do mesmo jeito. Gratos.
Chave para PixE-mail: pix@deverdeclasse.org - João R P Landim Nt
Mais recentes sobre educação
A polêmica sobre se coordenador pedagógico deve assumir sala de aula quando o(a) professor(a) falta
O embate sobre essa rotina caótica escancara feridas antigas nas escolas, sobretudo nas públicas, e gera um verdadeiro cabo de guerra entre quem está na linha de frente da docência e quem gerencia o espaço escolar
O Estado brasileiro passará o bastão para a iniciativa privada, permitindo uma gestão eficiente de institutos e universidades federais, voltada para resultados e livre de amarras sindicais e ideológicas


