Governo insiste em rebaixar proposta do Fundeb relativa ao pagamento dos professores

21/07/2020

COMPARTILHE!

Equipe econômica ainda estuda se apresentará a nova proposta como um destaque ou uma emenda de redação. O impasse continua. 

Publicidade

Foto: Agência Brasil.
Foto: Agência Brasil.

Educação | O impasse sobre a aprovação da PEC 015/15 — que torna o Fundeb permanente — continua. Enquanto a relatora do projeto, deputada Professora Dorinha (DEM-TO) e parlamentares de oposição estabeleceram que no mínimo 70% dos recursos devem ser destinados para o pagamento de professores, equipe econômica do governo Bolsonaro não concorda, quer rebaixar proposta e emperra a votação. Continua, após o anúncio.

Rebaixar proposta da relatora

A ideia da equipe econômica do governo Bolsonaro, segundo matéria de O Globo (21), é estabelecer um teto dos recursos do Fundeb para pagamento de professores, o que contraria o parecer da relatora da PEC 015/15, deputada Professora Dorinha. Ela estabelece um mínimo de 70% dos recursos, ou seja, não impõe limite do que pode ser gasto com os educadores, o que é positivo para a categoria. Continua, após o anúncio.

Caso o desejo de Bolsonaro e sua equipe econômica prevaleçam, prefeitos e governadores terão a desculpa de que não podem, por exemplo, conceder reajustes do piso nacional do magistério porque o teto para gastos com salários já estourou. 

O Globo informa também que tal impasse deverá ser resolvido hoje (21) à tarde. Curta abaixo nossa página para receber atualizações sobre o desfecho da votação.

COMPARTILHE!

Faça uma pequena doação de qualquer valor, para ajudar a cobrir os custos de manutenção do site. Caso não possa ou não queira colaborar, continue a nos acessar do mesmo jeito enquanto estivermos ativos. Gratos.

Curta nossa página e receba atualizações sobre este e outros temas!

Anúncio

Mais recentes...

Educadores repudiam descontos de salários e querem que o Sinte-Pi promova ação prática e urgente para que a governadora Regina Sousa (PT) reponha imediatamente o dinheiro cortado dos professores. Docentes exigem também que lotação original seja mantida.
No capitalismo, guerras são negócios, fome é negócio, crianças e idosos são negócios, miséria é negócio, "beleza" e "feiúra" são negócios, violência física e moral são negócios, o corpo é negócio, pessoas são negócio. Tudo é negócio...
"A lei do piso se transformará em mais uma norma sem sentido real". "Decisão se estenderá a todos os entes — estaduais e municipais." Ministro "Xandão" chegou a conclusão inusitada após embarcar em "informações e tese distorcidas prestadas pelo Estado do Pará". Avaliação consta em nota assinada pelo experiente advogado Walmir Brelaz, do Sintepp/Pa....