Projeto eleitoreiro do governo Bolsonaro prejudica principalmente os professores e ataca duas cláusulas pétreas da Constituição, além de possui mais de 30 violações constitucionais, segundo Comissão da Ordem dos Advogados do Brasil.
O aguardado encontro entre Lula e Trump
Nem cilada ou lula de mel; o mais provável é o início de um relacionamento que deve ser benéfico ao Brasil
Com experiência e firmeza política, Lula certamente se sairá bem no encontro com Donald Trump. Foto/reprodução.
- Colabore! Pix: apoie@deverdeclasse.org / Mais opções
Política / Após Donald Trump dizer na ONU que "existe uma química" entre ele e Lula, muito se especula na grande mídia e redes sociais sobre possível encontro entre os dois. Cara a cara deve ocorrer nos próximos dias.
Diante do quadro, alguns já falam em "lua de mel" Brasil-EUA, enquanto outros, menos otimistas, creem que "aceno" de Trump pode na verdade ser uma "cilada" contra o líder petista e o nosso país. Tudo leva a crer que nem uma coisa nem outra.
Leia também:
- Governadores comemoram em suas tocas a condenação de Bolsonaro
- Os próximos tempos de Jair Bolsonaro serão na cadeia
- Esquerdista fala em "exagero" e sugere diminuir pena de Bolsonaro
- Tarcísio não é assim tão contrário à pena aplicada a Bolsonaro
- Bolsonaro não quer derrotar Lula com qualquer um
Siga e receba atualizações
Por mais imprevisível que seja, Donald Trump sabe que não pode fazer o que quer em relação ao Brasil. O norte-americano viu até aqui que todas as suas ameaças e aplicação delas (tarifaço, sanções a autoridades brasileiras) não fizeram Lula se curvar aos seus mandos e desmandos em todo o planeta.
A fala do presidente brasileiro na ONU foi muito clara quanto a isso. E Trump entendeu, por isso falou em "química" e em possibilidade de encontro para os próximos dias. E não interessa se foi motivado por algum grande lobista do mundo empresarial ou apenas caiu a ficha em relação ao maior líder mundial do momento.
Tese da "cilada", portanto, nos parece menos provável de acontecer.
Também não há qualquer clima de "lua de mel". Donald Trump dobrará suas apostas e vai exigir, exigir, exigir. É um negociante prepotente, continua a crer que pode comprar a preço de banana as riquezas e soberania do Brasil.
Contudo, sabe que receberá todos os nãos que Lula achar conveniente dizer em sua cara. Ponto.
Do tal esperado tête-a-tête, portanto, provavelmente deverá surgir o início de um relacionamento difícil entre os governos brasileiro e dos EUA. Mas, já a curto e médio prazos, é algo que deve ser benéfico ao Brasil. É o Trump que já começou a ceder.
Mais recentes...
Medida será deliberada nesta quarta-feira (3) na Comissão de Educação (CE) da Câmara. Outros projetos de interesse dos professores também estão na pauta.
O capitão não tem motivos para abandonar o método que o levou à presidência da república.
Bolsonaro tem a chance de se redimir por ter zerado o piso do professor em 2021, diz especialista
Desde que passou a ser reajustado — em 2010 —, piso do magistério nunca tinha sido zerado por nenhum presidente. Bolsonaro o fez. Agora, com a boa previsão de aumento para 2022, atual mandatário pode reparar o erro. Fará?
Novo Fundeb diz que transferências de recursos só podem ser feitas pela Caixa ou Banco do Brasil. Instituições privadas investiram R$ 11 bilhões na compra de folhas salariais de estados e municípios.
Enquete mostra que internautas são contra usar dinheiro dos professores no novo "Bolsa Família"
De tão descabida e absurda, Pec do Calote encontra resistências até nas bases do governo Bolsonaro, maior interessado na aprovação da medida.
Ideia é adiar de 2022 para 2024 o pagamento da integralidade do direito dos educadores. Representações do magistério e oposição na Câmara devem avaliar muito bem a proposta, caso seja inserida no texto da Pec e levada para votação dia 3, como quer o presidente Jair Bolsonaro.
Ex-ministro mostra que Pec 23 é calote sem fim nos docentes e em outros credores da União
Mailson da Nóbrega diz que Hugo Motta, relator da medida, "cometeu a façanha de piorar o que já era ruim, porque além do calote, ele introduziu um novo método de tratamento dos precatórios que é desastroso."
Caso o presidente Jair Bolsonaro não edite nova Portaria Interministerial que rebaixe o valor do Custo Aluno deste ano, educadores poderão entrar 2022 com um bom crescimento em seus ganhos. Não é obrigatório anúncio oficial para a correção salarial ser cumprida. Confira as dúvidas mais frequentes sobre o tema.
Projeto que prejudica principalmente os professores encontra resistências até entre aliados do governo na Câmara e Senado.










