Pec 32 está travada na Câmara. Presidente diz que em 2022 o projeto ficará mais inviabilizado ainda, por causa das eleições. Parlamentares não vão querer se atritar com servidores.
Em novembro, custo da Cesta Básica de alimentos cai em 24 das 27 capitais
>> Pesquisa mensal é realizada pelo DIEESE, em parceria com a CONAB
>> Com base na cesta mais cara, São Paulo, salário mínimo nacional deveria ter sido de R$ 7.067,18 ou 4,66 vezes o piso mínimo nacional de R$ 1.518,00
>> Categorias: economia
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo.
Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Ou pague no pix (recomendável, vem integral).
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
>> Por Redação / O custo da Cesta Básica de alimentos caiu no mês de novembro em 24 das 27 capitais. Pesquisa sobre o tema é do DIEESE/CONAB e foi divulgada na manhã desta terça-feira (9). Diz a nota:
"O valor do conjunto dos alimentos básicos diminuiu em 24 das 27 capitais onde o DIEESE, em parceria com a Conab, realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Entre outubro e novembro de 2025, as quedas mais importantes ocorreram em Macapá (-5,28%), Porto Alegre (-4,10%), Maceió (-3,51%), Natal (-3,40%), Palmas (-3,28%), Florianópolis (-2,90%), São Luís (-2,56%), Fortaleza (-2,35%), Aracaju (-2,20%), Rio de Janeiro (-2,17%), Curitiba (-2,12%) e João Pessoa (-2,01%). Já as elevações foram registradas em Rio Branco (0,77%), Campo Grande (0,29%) e Belém (0,28%)."
Maior custo
"São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 841,23), seguida por Florianópolis (R$ 800,68), Cuiabá (R$ 789,98) e Porto Alegre (R$ 789,77). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente1, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 538,10), Maceió (R$ 571,47), Natal (R$ 591,38) e João Pessoa (R$ 597,66)."
Continua mais abaixo, com o valor do salário mínimo a partir do preço mais alto da cesta de alimentos
Receba atualizações:
Salário mínimo real deveria ter sido R$ 7.067
"Com base na cesta mais cara, que, em novembro, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em novembro de 2025, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.067,18ou 4,66 vezes o piso mínimo nacional de R$ 1.518,00. Em outubro, o valor necessário era de R$ 7.116,83 e correspondeu a 4,69 vezes o piso mínimo. Em novembro de 2024, o mínimo necessário deveria ter ficado em R$ 6.959,31 ou 4,93 vezes o valor vigente na época, que era de R$ 1.412,00."
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo.
Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Ou pague no pix (recomendável, vem integral).
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
Receba atualizações:
Mais recentes do tópico Economia:
Projeto eleitoreiro do governo Bolsonaro prejudica principalmente os professores e ataca duas cláusulas pétreas da Constituição, além de possui mais de 30 violações constitucionais, segundo Comissão da Ordem dos Advogados do Brasil.
Ex-ministro mostra que Pec 23 é calote sem fim nos docentes e em outros credores da União
Mailson da Nóbrega diz que Hugo Motta, relator da medida, "cometeu a façanha de piorar o que já era ruim, porque além do calote, ele introduziu um novo método de tratamento dos precatórios que é desastroso."
Projeto que prejudica principalmente os professores encontra resistências até entre aliados do governo na Câmara e Senado.
PT, PSOL e PCdoB lutam para que Pec 23/2021 seja retirada de pauta definitivamente.
Votação preliminar mostra que Bolsonaro não tem apoio necessário para aprovar Pec do Calote
Projeto precisa de 308 votos na Câmara e até agora só tem 256, ou seja, 52 a menos do mínimo necessário. No Senado, a situação também não é diferente.
Em represália, Arthur Lira — porta-voz do governo na Câmara — ameaça punir com corte de salários deputados que não comparecerem ao Plenário da casa na próxima semana.
Medida encontra forte resistência na sociedade e na Câmara. Sem quórum para votação, governo fracassou na tentativa de aprovar o projeto no Plenário. Novela continua na próxima semana.
Governo precisa de 308 votos para aprovar a medida. Lira faz todo um esforço de bastidores para passar o projeto.







