Segundo matéria da coluna Painel (Folha de S.Paulo), "políticos avaliam que a reação negativa do mercado ao texto, que viu na ideia uma burla ao ajuste fiscal, mudou o cenário, que antes era positivo para o projeto".
Em novembro, custo da Cesta Básica de alimentos cai em 24 das 27 capitais
>> Pesquisa mensal é realizada pelo DIEESE, em parceria com a CONAB
>> Com base na cesta mais cara, São Paulo, salário mínimo nacional deveria ter sido de R$ 7.067,18 ou 4,66 vezes o piso mínimo nacional de R$ 1.518,00
>> Categorias: economia
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo.
Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Ou pague no pix (recomendável, vem integral).
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
>> Por Redação / O custo da Cesta Básica de alimentos caiu no mês de novembro em 24 das 27 capitais. Pesquisa sobre o tema é do DIEESE/CONAB e foi divulgada na manhã desta terça-feira (9). Diz a nota:
"O valor do conjunto dos alimentos básicos diminuiu em 24 das 27 capitais onde o DIEESE, em parceria com a Conab, realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Entre outubro e novembro de 2025, as quedas mais importantes ocorreram em Macapá (-5,28%), Porto Alegre (-4,10%), Maceió (-3,51%), Natal (-3,40%), Palmas (-3,28%), Florianópolis (-2,90%), São Luís (-2,56%), Fortaleza (-2,35%), Aracaju (-2,20%), Rio de Janeiro (-2,17%), Curitiba (-2,12%) e João Pessoa (-2,01%). Já as elevações foram registradas em Rio Branco (0,77%), Campo Grande (0,29%) e Belém (0,28%)."
Maior custo
"São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 841,23), seguida por Florianópolis (R$ 800,68), Cuiabá (R$ 789,98) e Porto Alegre (R$ 789,77). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente1, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 538,10), Maceió (R$ 571,47), Natal (R$ 591,38) e João Pessoa (R$ 597,66)."
Continua mais abaixo, com o valor do salário mínimo a partir do preço mais alto da cesta de alimentos
Receba atualizações:
Salário mínimo real deveria ter sido R$ 7.067
"Com base na cesta mais cara, que, em novembro, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em novembro de 2025, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.067,18ou 4,66 vezes o piso mínimo nacional de R$ 1.518,00. Em outubro, o valor necessário era de R$ 7.116,83 e correspondeu a 4,69 vezes o piso mínimo. Em novembro de 2024, o mínimo necessário deveria ter ficado em R$ 6.959,31 ou 4,93 vezes o valor vigente na época, que era de R$ 1.412,00."
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo.
Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Ou pague no pix (recomendável, vem integral).
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
Receba atualizações:
Mais recentes do tópico Economia:
Governo pode mudar política de gastos e evitar calote no magistério e em outras dívidas da União
Pagamentos abusivos de juros da dívida pública federal junto a instituições financeiras consumiram mais de R$ 2,4 trilhões apenas nos dois primeiros anos de governo do presidente Jair Bolsonaro. Dar um freio nessa agiotagem e outros gastos desnecessários permitiria engavetar a Pec do Calote.
Parlamentares terão individualmente R$ 17,6 milhões para elaborar emendas ao Orçamento da União
O projeto de lei orçamentária para 2022, encaminhado pelo Poder Executivo, reserva R$ 10,5 bilhões para emendas individuais e R$ 5,7 bilhões para as emendas de bancada estadual na Câmara e Senado.
Segundo a Febrafite, alteração no imposto vai gerar déficit de R$ 24 bilhões na arrecadação de estados e municípios. Medida é descabida, pois alto valor dos combustíveis não é causado pelo tributo cobrado pelos entes da federação.
Medida já passou na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.
Diz não ter orçamento para absorventes, mas torra quase R$ 1 milhão/mês com gastos pessoais
"Viagens, churrascos, lancha, jet ski, passeios de moto, comida e bebida". Tudo pago com Cartão Corporativo da Presidência da República. Desse jeito não tem mesmo dinheiro para custear uma pequena ajuda a mulheres pobres.
Preço da cesta básica cresce, penaliza trabalhador e deixa a classe média bolsonarista 'na deprê'
A classe média bolsonarista sofre mais, pois tem de defender um governo que lhe tira o poder de exercitar o consumismo com o qual foi educada. Até a libido diminui.
Prática ocorreu durante aprovação da Reforma da Previdência, onde o governo liberou bilhões em verbas parlamentares a deputados e senadores do 'centrão'. Projeto precisa de 308 votos na Câmara e deve ir a votação após feriado de 12 de outubro.
Reforma Administrativa deixará o atual funcionário no meio de uma série de campos, todos com forte potencial para hostilizá-lo. Lutas por melhores condições de trabalho e salários podem se tornar bem mais difíceis.








