Novo estudo divulgado na quinta (12) mostra que com o avanço dessa variante, eficácia da primeira dose da vacina cai de 50% para 35%. Quem ainda não está totalmente imunizado, como centenas de milhares de professores e alunos, ficará sujeito a contaminações e mortes na volta às aulas presenciais.
Professor apoia PEC que amplia acúmulo legal de cargos no setor público
Docente diz que "projeto não é ruim e que cabe a cada profissional decidir se quer trabalhar na sala de aula e em outras funções quaisquer em estados, DF e municípios"
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Sobre a PEC 169/2019, que amplia a possibilidade de acúmulo legal de cargos no setor público por docentes, recebemos vários e-mails, entre os quais o do professor carioca Gilberto B Meneses, que apoia totalmente a medida e pediu que publicássemos seu posicionamento. Antes de atendê-lo, lembramos que, pelas regras constitucionais atuais:
- Só é possível acumular no setor público dois cargos de professor ou
- Um cargo de professor com outro de caráter técnico ou científico.
Proposta do deputado Capitão Alberto Neto (REPUBLIC/AM) é mudar a Constituição para que a acumulação seja liberada para um cargo de professor com outro de qualquer natureza. Ou seja, sem nenhuma trava ou amarra. Por exemplo: professor com qualquer outro cargo conquistado através de concurso público.
A CNTE é contra essa PEC.
>> Leia também: Atualização da Lei 11.738/2008 melhora piso de docente com formação superior
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A posição do professor
"Não consigo ver nada de negativo na PEC que amplia possibilidade de emprego no setor público para professores. Dizer que medida pode levar profissão a segundo plano ou status de 'bico' não procede.
Aliás, salário de professor no Brasil é tão baixo que muitos já fazem 'bico' para complementar renda. UBER, venda de perfumes e muitos etcéteras e tal.
O que faz o professor se desestimular e sair da profissão é exatamente as condições de trabalho e salários ruins. Se fosse diferente, ninguém pensaria em sair e muitos estariam querendo entrar.
Respeito a CNTE, mas acho que está equivocada nessa questão. Não deveria está lutando para impedir essa PEC. Cabe a cada profissional decidir se quer trabalhar na sala de aula e em outras funções quaisquer no setor público ao mesmo tempo."
Leia opinião da CNTE AQUI
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Medida faz parte do "Auxílio Brasil" — novo "Bolsa Família", e dificultará o trabalho das prefeituras no atendimento a crianças de zero a dois anos de idade de famílias pobres e extremamente pobres. Educação Infantil fica ainda mais difícil de se manter. Tubarões do setor privado comemoram.
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Bolsonaro cria PEC que dá calote em dinheiro da Educação para financiar "novo" Bolsa Família
Governo quer custear "novo" programa Auxílio Brasil com recursos de mais de R$ 90 bilhões dos precatórios do antigo (Fundef), num flagrante assalto às verbas das escolas públicas e de seus profissionais. Na prática, o capitão quer fazer cortesia com chapéu alheio.
Atualmente, os estados são obrigados a destinar 12% de seus recursos para a saúde e 25% para a educação, enquanto, no Orçamento federal, os índices são de 15% e 18%, respectivamente. CNTE não aceita proposta do presidente Bolsonaro que acaba essas prerrogativas constitucionais.




