Medida sequer vem assinada pelo próprio governador e fez foi acirrar ainda mais os ânimos da greve.
Governadores comemoram em suas tocas a condenação
Para Tarcísio, Caiado & Cia, Bolsonaro preso é chance real de concorrer à presidência com pelo menos sonho de vitória
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Política / Conforme previsto, Bolsonaro e mais seis réus receberam penas elevadas sugeridas por Alexandre de Moraes e devem passar alguns aninhos na cadeia. No caso do genocida, são 27 anos, três meses e multa.
Tristezas, ratos e comemorações
Tem gente triste? Sim. Tem gente muito triste? Sim. Tem gente comemorando? Sim, milhões, entre os quais os cinco principais governadores que sonham com o apoio direto do mito em 2026. Para Tarcísio de Freitas (SP), Ronaldo Caiado (Goiás), Romeu Zema (Minas Gerais), Ratinho Júnior (Paraná) e Jorginho Melo (Santa Catarina) — prisão de Jair Bolsonaro significa a chance real de disputar a presidência com pelo menos o sonho de ganhar de Lula. Eles não podem é admitir isso publicamente, claro. Por isso, comemoram em suas tocas. É como disse o Carlos Bolsonaro, o 'Carluxo": não passam de ratos! E está certo.
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Penalidade está prevista a partir do que reza o artigo 85 da Constituição Federal de 1988.
"O MP tem que defender o direito dos professores e não ficar do lado do governo", diz o professor.
Até o fim deste mês, deve crescer o número de estados e municípios que cumprirão o que diz a lei do piso dos professores.
Lei sancionada pelo presidente Bolsonaro traz sérios prejuízos aos profissionais do magistério de todo o Brasil.
Em Carta Aberta, educadora sugere expor nas redes sociais o nome de todos os prefeitos e governadores que se negam a pagar o reajuste de 33,23% de 2022, bem como os de secretários de Educação e Finanças de estados, DF e municípios.
Percentual deve incidir sobre o salário-base e repercutir na carreira dos professores, independentemente de quanto já seja a remuneração total de cada um.
Economista mostra que previsão das complementações da União ao Fundeb em 2022 superam o percentual estabelecido para a correção salarial dos professores. E cita ainda outros dados otimistas sobre a questão.
Embora haja forte pressão de prefeitos e governadores, medida não foi aprovada na Câmara. Correção do piso, portanto, não pode ser aplicada pelo INPC/IBGE. Índice de 33,23% é o que está em vigor e atualização salarial é obrigatória para estados, DF e municípios.
Especialista diz que prefeitos e governadores farão toda a pressão que for possível este ano para aprovar o PL 3.776/08, que vincula a correção do piso à variação do INPC/IBGE. Com isso, correções anuais são reduzidas e ganho real deixará de existir. A luta pelos 33,23% deve se intensificar.











