SP: os paraquedistas estão chegando...
Paulistas não podem permitir que um aventureiro — inclusive com suspeitas de que é acompanhado por milicianos — governe o estado mais importante do País.
Líder petista fala também em Haddad e diz: "Quem não tem nomes é a direita. Depois do Bolsonaro, a direita só tem hoje o Tarcísio".
>> Categoria: política

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Por Redação / Em entrevista ao "Estadão" neste domingo (30), Zé Dirceu (PT) fala, entre outros temas, sobre perspectivas de nomes no pós-Lula em 2030. O líder petista citou Fernando Haddad, Rafael Fonteles (governador do Piauí, também do PT), e João Campos (prefeito de Recife, PSB). O jornal paulista lhe fez a seguinte pergunta:
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"A construção do pós-Lula passa pela reconstrução do PT. De 2013 a 2019 nós não podíamos sair às ruas com os símbolos do PT. Quem não tem nomes é a direita. Depois do Bolsonaro, a direita só tem hoje o Tarcísio. No nosso caso, estamos falando de 2030. Fernando Haddad (ministro da Fazenda) é um nome; o Rafael Fonteles, governador do Piauí, está se projetando nacionalmente, o João Campos (prefeito do Recife) amanhã pode ser um candidato. Não tem vazio político."

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Paulistas não podem permitir que um aventureiro — inclusive com suspeitas de que é acompanhado por milicianos — governe o estado mais importante do País.
Quantidade de inadimplentes também aumenta e bate marca histórica. Dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O forte preparo retórico e a larga experiência politica de Lula devem ser usados para moer o genocida. O petista não pode, contudo, se exasperar e passar a ideia de que é também um candidato descontrolado, tal como é o inimigo da democracia e da ampla maioria dos brasileiros.
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Religiosa diz que nunca esperou que Jair Bolsonaro fosse protagonizar um circo de horrores tão grande como se viu e se vê no Brasil desde 2019.
Maior parte dos entes da federação não cumpriu de forma linear os 33,23% de reajuste do piso do magistério neste ano. Isto é indicativo de que há sobra de recursos para abono até dezembro, mesmo porque também, em relação ao complemento da União ao fundo, houve elevação de 15% para 17%.
Programa de governo reafirma também o compromisso de valorizar e reconhecer os profissionais do magistério, algo que o ex-presidente já começou a fazer quando, por exemplo, aprovou a Lei do Piso Nacional dos professores.
O enorme número de redes — cada uma com política de valorização diferente — faz com que professores de mesma formação tenham ganhos bastante diferenciados nos estados, DF e municípios. Tabelas ilustram a situação.