Enquete mostra que quase 100% acham justo aumento de 31,3% para o magistério

29/09/2021

Prefeitos e governadores começam campanha para convencer a população que aumento é inviável. Educadores mostram que acreditam na proposta e a consideram correta.

Publicidade

Alto é o salário dos políticos e eles não dizem que isto quebra o País. Foto: arquivos Webnode.
Alto é o salário dos políticos e eles não dizem que isto quebra o País. Foto: arquivos Webnode.

Educação | Enquanto prefeitos e governadores se articulam para barrar o reajuste dos professores previsto para janeiro de 2022, enquete criada pelo Dever de Classe mostra que quase 100% dos internautas apoiam e acham justo o aumento previsto de 31,3%. 

VOTE NA ENQUETE

Desigualdade

Votação não poderia ser diferente. Mesmo com 31,3% de correção, piso nacional do magistério não chegará nem a R$ 4 mil no próximo ano, para jornada de até 40 horas semanais. Valor previsto: R$ 3.789,63.

Enquanto isso, políticos esbanjam regalias. Deputados federais e senadores, por exemplo, têm salário de R$ 33.763,00 e mais um milhão de privilégios. E nunca ninguém ouviu nenhum deles dizer que isto quebra o País.

Compartilhe e curta abaixo nossa página no Twitter e Facebook, para receber atualizações sobre este tema e aproveite também para deixar uma pequena doação ao nosso site.

Ajude com uma pequena doação de qualquer valor. Temos custos a pagar todos os meses e, para manter nossas publicações, precisamos de seu apoio. Se não quiser ou não puder doar, continue a nos acessar do mesmo jeito. Gratos.

Chave para Pix

E-mail: pix@deverdeclasse.org - João R P Landim Nt 

Siga-nos!

Mais recentes sobre educação

Lei Complementar contra o magistério, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em março deste ano, desconsiderou — para efeito de vários e importantes benefícios — quase dois anos de trabalho dos profissionais da educação, maio de 2020 a 31 de dezembro de 2021, fase crítica da pandemia de Covid-19. Na prática, é como se o magistério não tivesse...
Anúncios de pagamento devem se intensificar no mês de dezembro. Expectativa é que muitos estados e inúmeros municípios paguem o abono aos profissionais do magistério. CNTE luta para mudar critério de distribuição.