Infelizmente, ocorrido está longe de ser um fato isolado. A profissão docente tem se tornado, a cada dia, uma atividade de alto risco, marcada por um cenário onde professores enfrentam no cotidiano inúmeras formas de violência.
PL do Imposto de Renda beneficia uma grande camada de professores
Projeto deve ser votado na Câmara até quarta-feira (16) e isenção total ou parcial é superior ao piso do magistério em 2025
Por Redação Dever de Classe, atualizado agora
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O docente que nos enviou trechos de seu contracheque abaixo tem remuneração bruta de R$ R$ 6.268,26 e está pagando todo mês de Imposto de Renda (IR) R$ 555,78, sem a opção de ficar devendo, porque é descontado na fonte. No total do ano serão R$ 7.225,14 a menos na conta do professor. Essa situação pode mudar, caso projeto de natureza econômica que Lula (PT) enviou ao Congresso seja aprovado.
Projeto de Lei (PL 1087/25)
Iniciativa do presidente Lula e de seu ministro da Fazenda Fernando Haddad, ambos do PT, tramita no Congresso o Projeto de Lei (PL 1087/25), que prevê isenção total no Imposto de Renda para faixa de até R$ 5 mil e redução parcial para os que ganham até R$ R$ 7.350. Uma importante medida.
Muitos professores serão beneficiados
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP), o Brasil tem 2,4 milhões de professores só na Educação Básica, a maioria nas redes públicas, cerca de 1,8 milhão. Como a média salarial desses educadores é mais baixa que as faixas de renda previstas no projeto, muitos serão beneficiados com isenção total ou parcial no IR. Basta ver que o piso nacional do magistério em 2025 é R$ 4.867,77 para 40 horas semanais, ou seja, abaixo da faixa total de isenção.
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Tramitação
Segundo a Agência Câmara de Notícias (10):
"O relatório [do PL] foi lido na comissão especial [da Câmara] que analisa a medida e, segundo o presidente do colegiado, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), será discutido e votado na próxima quarta-feira (16)."
"Página importante da história"
"Hoje a gente está escrevendo uma página importante da história do País, ao enfrentar um debate que estava congelado, que se dizia impossível de avançar", declarou sobre o projeto o deputado Lindberg Farias (PT-RJ), líder de sua agremiação.
Com informações de: Agência Câmara de Notícias
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