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Sem Lula (PT), Bolsa Família teria estacionado em R$ 400 e hoje nem existiria mais
Em julho de 2022, no calor da campanha presidencial, o hoje presidiário Jair Bolsonaro defendeu a PEC 15/2022, que elevou o então Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600, só que apenas até dezembro daquele ano, ou seja, plano era extinguir o benefício; Lula ganhou, manteve os R$ 600 e agora elevou para R$ 690
Redação Dever de Classe, às 10:49
Linha de frente contra a pobreza: o retrato atual do programa e o golpe que a família Bolsonaro planejou aplicar
O Bolsa Família consolida-se como a principal política pública de assistência social e de combate à extrema pobreza no Brasil. O presidente Lula autorizou recentemente aumento de 15% no programa, o que elevou o benefício para R$ 691,00.
Segurança alimentar para milhões de brasileiros
Política atinge atualmente a marca expressiva de cerca de 19,3 milhões de famílias em todo o território nacional, o que totaliza aproximadamente 48 a 50 milhões de pessoas, funcionando como uma rede de proteção indispensável para garantir a segurança alimentar e o acesso a direitos básicos como saúde e educação, vez que é vinculado à frequência escolar das crianças e caderneta de vacinação.
Alvo de ódio da família Bolsonaro
Por ser um programa de proteção aos mais pobres, o Bolsa Família sempre foi alvo de ódio por parte de setores da classe média e de políticos reacionários como Jair Messias Bolsonaro e sua gangue política de filhos, com destaque atualmente para Flávio Bolsonaro (PL), que não esconde sua vontade doentia de eliminar o programa caso conseguisse se eleger presidente do Brasil.
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Tentativa de golpe para acabar o programa
Ao assumir a presidência do país em 2019, Jair Bolsonaro fez tudo para tentar deslegitimar e acabar o programa. Mudou o nome para Auxílio Brasil e alterou a regulamentação para permitir fraudes e ingresso de pessoas que não cumpriam os critérios básicos para receber o benefício. O Tribunal de Contas da União (TCU), por exemplo, "afirmou que 79 mil militares receberam indevidamente o Auxílio Brasil durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Segundo o ministro Bruno Dantas, presidente do TCU à época, a situação foi descoberta apesar da lista de beneficiários estar escondida pelo Ministério da Cidadania." Notícia foi destaque no portal Brasil de Fato.
Data marcada para início frustrado do fim
Em julho de 2022, no calor das eleições presidenciais, Jair Bolsonaro pressentiu que seria derrotado por Lula e, desesperado, defendeu a PEC eleitoreira 15/2022, que elevou o benefício de R$ 400 para R$ 600 e distribuiu também prêmios de R$ 1 mil para caminhoneiros e taxistas. Detalhe: era tudo só até dezembro daquele ano.
No caso do Bolsa Família, em janeiro de 2023 voltava aos R$ 400 para, caso o genocida se elegesse, o programa ir sendo corroído até ser extinto nos quatro anos do segundo mandato do genocida. Só que não. Lula ganhou, manteve os 600 reais e agora elevou de forma correta o valor para R$ 691 reais.
Só Lula e a esquerda podem manter e aprimorar o programa
Mais do que números e cifras orçamentárias, o Bolsa Família permanece como um pilar essencial para a estabilidade econômica e social do Brasil. Ao assegurar uma base financeira firme e estimular o desenvolvimento educacional e de saúde das novas gerações, o programa continua a cumprir seu papel central: garantir dignidade e perspectivas reais de futuro para dezenas de milhões de brasileiros. E Só Lula e a esquerda podem manter e aprimorar o programa.
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