A combinação de economia estável, desemprego baixo, programas sociais fortalecidos e liderança respeitada cria as condições ideais para Lula vencer logo na primeira rodada de votação de 2026; é o que vai consolidar a continuidade de um projeto que devolveu esperança e dignidade ao Brasil
Lula tem força e trabalho para vencer eleição no primeiro turno
A combinação de economia estável, desemprego baixo, programas sociais fortalecidos e liderança respeitada cria as condições ideais para Lula vencer logo na primeira rodada de votação de 2026; é o que vai consolidar a continuidade de um projeto que devolveu esperança e dignidade ao Brasil
Redação Dever de Classe, às 11:33

Sob o comando de Lula (PT), o cenário nacional mostra um Brasil equilibrado, bem diferente de quando o petista assumiu a presidência pela primeira vez em 2003 ou, sobretudo, de como ele a tomou de volta nas eleições de 2022. Embora não se viva um mar de rosas, o fato é que a economia está controlada, a inflação em queda e há boa previsibilidade para quem produz e para quem trabalha.
Esse ambiente de estabilidade não surgiu por acaso: é resultado de decisões firmes e de uma condução responsável da política econômica e social do país. Em um contexto global de incertezas, o Brasil voltou a crescer com equilíbrio, atraindo investimentos e recuperando a confiança de amplos setores do empresariado, trabalhadores e da comunidade internacional. É isso que fará Lula ganhar essas eleições de 2026 logo no primeiro turno, apesar de algumas "pesquisas" encomendadas pela Rede Globo tentarem mostrar o contrário.
O desemprego em níveis historicamente baixos reforça a percepção de que o caminho escolhido está dando resultado. Milhões de brasileiros voltaram a ter carteira assinada, renda e perspectiva de futuro. O consumo interno se fortalece, o comércio reage e a indústria retoma projetos que estavam engavetados. Quando o povo trabalha, a economia gira, e isso cria um círculo virtuoso que favorece a continuidade do atual projeto político nas eleições deste ano.
Ao mesmo tempo, os programas sociais vivem um novo ciclo de fortalecimento. Iniciativas de transferência de renda, apoio à educação, saúde e moradia voltaram a ser prioridade, protegendo as famílias mais vulneráveis e reduzindo desigualdades históricas. Esse compromisso com a inclusão social gera reconhecimento e gratidão em amplas camadas da população, que enxergam na atual gestão a garantia de direitos básicos e de oportunidades reais de ascensão.
No cenário internacional, o Brasil recuperou sua altivez: o presidente fala de cabeça erguida com os Estados Unidos e outras potências, defendendo os interesses nacionais, a soberania e uma ordem mundial mais justa, o que reforça o prestígio do país lá fora e o orgulho do povo aqui dentro.
Diante desse quadro, cresce o sentimento de que não se pode arriscar perder tudo o que foi conquistado desde o início do atual governo. O medo de retrocessos em direitos, empregos, renda e respeito internacional tende a unir diferentes setores em torno de uma mesma escolha: eleger Lula sem mais delongas na primeira rodada de votação.
A combinação de economia estável, desemprego baixo, programas sociais fortalecidos e liderança respeitada cria as condições ideais para essa vitória de Lula já no primeiro turno em 2026. É o que vai consolidar a continuidade de um projeto que devolveu esperança e segurança ao Brasil.
Em vez de taxar grandes fortunas ou rever privilégios, a solução genial do Zero Um é apertar ainda mais quem já vive no limite. Um projeto de país em que o esforço é sempre do andar de baixo, enquanto o topo do prédio segue de camarote, aplaudindo. A Faria Lima já avisou, Flávio Bolsonaro entendeu.
2. Fim dos programas sociais: o incômodo de ver pobre comendo e estudando
Outra joia do pacote de Flávio Bolsonaro a mando de ricaços nacionais e estrangeiros é dar um freio em programas sociais como o Bolsa Família e o Pé-de-Meia, por exemplo. Porque nada assusta mais do que ver gente pobre comendo três vezes ao dia e, pior ainda, terminando o ensino médio. O Bolsa Família, reconhecido internacionalmente por tirar milhões da extrema pobreza, vira "gasto". Já o Pé-de-Meia, que incentiva jovens a permanecerem na escola, vira "desperdício".
A lógica da família Bolsonaro é simples: se a pessoa nasceu pobre, que permaneça assim, de preferência sem estudo, sem renda e sem perspectiva. Um país moderno, na visão dessas propostas, é aquele em que a desigualdade não é um problema, é um projeto.
3. Cortar universidades e institutos federais: conhecimento é perigoso
Universidades e institutos federais, especialmente os criados e ampliados nos governos Lula e Dilma, ambos do PT, entram também na mira dos cortes drásticos de Flávio Bolsonaro e da equipe econômica ultraliberal que o acompanha. Afinal, nada mais ameaçador do que um jovem da periferia entrando na faculdade, pesquisando, pensando criticamente e, quem sabe, questionando o poder. Ciência, tecnologia, pesquisa e inovação são supérfluos quando se pode viver de achismo e corrente de WhatsApp.
Laboratórios fecham, projetos são interrompidos, cérebros vão embora do país, mas o importante é "economizar". Afinal, para que gastar tanto dinheiro do orçamento com esse tipo de coisa? Melhor desviar a verba para os "investidores".
4. Entregar a economia brasileira a Donald Trump e aos EUA: soberania para quê?
Entre as ideias mais criativas de Flávio Bolsonaro et caterva está a de, na prática, submeter a economia brasileira aos interesses de Donald Trump e dos Estados Unidos. Porque, claro, um país continental, com recursos naturais gigantescos e um mercado interno enorme, não pode ter projeto próprio. Melhor terceirizar tudo para quem sempre tratou a América Latina como quintal.
Política industrial, desenvolvimento nacional, fortalecimento de empresas brasileiras e integração regional dão lugar a um alinhamento automático, quase religioso, com Washington. O Brasil deixa de ser protagonista para virar figurante de luxo, batendo palmas para decisões tomadas em outro fuso horário. O irmão Eduardo Bolsonaro lá nos states vibra com a notícia.
5. Mais ódio contra LGBTQI+, negros, mulheres e pobres: o velho truque de sempre
Para completar o pacote, nada como estimular ainda mais o ódio contra homossexuais, negros, mulheres e pessoas pobres. Em vez de políticas de inclusão, combate ao racismo, proteção às mulheres e respeito à diversidade, a aposta do "rachadinha" é no discurso que divide, humilha e desumaniza. Quando o assunto é direitos humanos, a resposta é deboche. Quando o tema é violência, a solução é culpar a vítima.
Esse tipo de proposta não é só atraso, é perigoso. Alimenta agressões, legitima preconceitos e transforma diferenças em inimigos. Enquanto isso, problemas reais como desemprego, fome, falta de moradia e violência policial seguem firmes, mas convenientemente escondidos atrás de cortinas de fumaça ideológicas.
Um projeto de país ou um roteiro de cinema trash?
Colocadas lado a lado, essas cinco propostas formam um retrato bem claro: menos direitos, menos comida, menos estudo, menos soberania e mais ódio. Não se trata de "opinião diferente", mas de um projeto que escolhe, com todas as letras, quem merece viver com dignidade e quem deve ser descartado.
Em vez de um Brasil que investe em gente, conhecimento e inclusão — como é o projeto de Lula, o que Flávio Bolsonaro desenha é um país menor, mais pobre, mais ignorante e mais violento. Um futuro em que a desigualdade é celebrada como virtude. Um roteiro de cinema trash perfeito para quem nunca precisou pegar ônibus lotado, enfrentar fila de hospital ou escolher entre pagar o aluguel e comprar comida. Mas é Lula quem vai vencer.
Publicidade
Leia mais sobre política & economia
A combinação de economia estável, desemprego baixo, programas sociais fortalecidos e liderança respeitada cria as condições ideais para Lula vencer logo na primeira rodada de votação de 2026; é o que vai consolidar a continuidade de um projeto que devolveu esperança e dignidade ao Brasil
Em vez de um país que investe em gente, conhecimento e inclusão — como é o projeto de Lula (PT), o que Flávio Bolsonaro desenha é uma nação menor, mais pobre, mais ignorante e mais violento, a serviço dos grandes capitalistas
O "intelectual" da autoajuda quer simplesmente que Flávio Bolsonaro explique o "Dark Horse" e prove que não é corrupto; assim é querer demais, né?
Vítimas de assédio sexual em órgãos públicos poderão acessar processo e recorrer de decisões
Projeto de Lei neste sentido foi proposto pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) para dar mais garantias a quem sofre abusos sexuais no âmbito da administração pública direta e indireta, federal, estadual, distrital e municipal


