Em primeiro lugar é preciso os pais terem paciência e se conscientizar de que ainda não é hora de mandar os filhos de volta para as escolas. Depois, é só seguir alguns passos que tudo se resolve.
Com ou sem Fux, condenação de Bolsonaro já é 100% certa
Única dúvida que há é se ficará na Papuda, em sala da PF, Forças Armadas ou em prisão domiciliar; o excesso de provas condenou o capitão
Ministro do STF Luiz Fux e ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto/reprodução.
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Política / Conforme esperado, o ministro do STF Alexandre de Moraes apresentou nesta terça-feira (9) um voto matador contra Jair Bolsonaro e todos os envolvidos na tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Ninguém foi poupado, sejam generais quatro estrelas ou não. Pelo teor da exposição e excesso de provas citadas, penas tendem a ser duríssimas, não menos de 30 anos, podendo chegar a bem mais.
Na mesma linha, Flávio Dino ratificou argumentação do colega, embora tenha anunciado ligeira diferença em relação ao tamanho das penalidades a três dos réus: generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, bem como Alexandre Ramagem.
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Fux, a "esperança" que já nasce morta
Apesar da terça-feira ter tido caráter fúnebre para Jair Bolsonaro et caterva, golpistas ainda alimentam uma última "esperança" para esta quarta (10), quando Luiz Fux apresentará seu voto. A torcida é para que o ministro absolva todo mundo ou amenize nas penas ou peça vista do processo.
Em qualquer das hipóteses, os golpistas serão condenados e presos, pois a ministra Cármen Lúcia e o ministro Cristiano Zanin também seguirão o voto de Alexandre de Moraes. Fux será voto vencido.
No caso de pedido de vista, o velório da turma apenas ficará um tempo a mais na exposição para o Brasil e o mundo. Mas chegará a hora do enterro. Fux é a famosa "esperança" que já nasce morta.
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Mesmo se correção for só de 5,89%, ainda assim, no final do ano, o educador terá conquistado um bom dinheiro, que pode ser usado de acordo com os interesses e necessidades de cada um.
Embora sob pressão do governo federal, donos de escolas privadas e de alguns prefeitos e governadores, maioria dos profissionais do magistério rejeita voltar às escolas sem vacina contra a Covid-19.
O ideal também é que todos os alunos estejam imunizados ou, no mínimo, que passem por testes permanentes para checar se têm ou não a Covid-19. Além disso, é preciso ainda manter rigoroso protocolo de higienização do ambiente escolar, para se precaver contra eventuais mutações do vírus. Sem isso, é brincar de roleta russa, diz médico consultado pelo...
Para cada 100 servidores que se aposentaram, Bolsonaro só contratou 26; ruim para os concurseiros
Enxugamento com fins privatistas fez o quadro de servidores federais retrair para o menor patamar em anos. Desde 2012, é a primeira vez que o número de profissionais ativos ficou abaixo de 600 mil, muito pequeno, se comparado a outros países de economia liberal.
Dieese desmente matéria da Folha sobre prejuízos dos atuais servidores com a Reforma Administrativa
Nota da entidade mostra que vários direitos dos atuais servidores são atacados com a reforma, como estabilidade, progressões, promoções e até adicional de férias dos professores.
Os professores não estão incluídos em nenhum dos três grupos prioritários do Plano Nacional de Imunização do governo federal. Portanto, em todo o Brasil, o mais sensato é esperar a vacinação para retornar às escolas.
O Plano Nacional de Imunização criado pelo governo Bolsonaro não localiza os docentes entre os grupos prioritários para a vacinação contra o coronavírus. Projeto de Lei das parlamentares contempla também pessoas com deficiência e policiais.
A fortuna que será gasta com coquetéis, almoços e jantares promovidos pelo governo federal — através do Ministério da Defesa — é um absurdo, pois embora a pandemia de Covid-19 continue, acabou o Auxílio Emergencial e milhões de brasileiros têm dificuldades para comprar até o que comer.
No Brasil, 27 % dos lares de classe média gastam mais do que ganham, ou seja, estão muito endividados, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Pandemia de Covid-19 agravou situação.










