Proposta foi aprovada na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. Pelo texto, a devolução se dará em até seis meses, na forma de regulamento, e após esse prazo será cobrada multa diária de 0,33%, até o limite de 20% do valor total devido. Segundo matéria da IstoÉ, de dezembro de 2020, 6.671 fardados ainda não tinham...
Em novembro, custo da Cesta Básica de alimentos cai em 24 das 27 capitais
>> Pesquisa mensal é realizada pelo DIEESE, em parceria com a CONAB
>> Com base na cesta mais cara, São Paulo, salário mínimo nacional deveria ter sido de R$ 7.067,18 ou 4,66 vezes o piso mínimo nacional de R$ 1.518,00
>> Categorias: economia
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo.
Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Ou pague no pix (recomendável, vem integral).
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
>> Por Redação / O custo da Cesta Básica de alimentos caiu no mês de novembro em 24 das 27 capitais. Pesquisa sobre o tema é do DIEESE/CONAB e foi divulgada na manhã desta terça-feira (9). Diz a nota:
"O valor do conjunto dos alimentos básicos diminuiu em 24 das 27 capitais onde o DIEESE, em parceria com a Conab, realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Entre outubro e novembro de 2025, as quedas mais importantes ocorreram em Macapá (-5,28%), Porto Alegre (-4,10%), Maceió (-3,51%), Natal (-3,40%), Palmas (-3,28%), Florianópolis (-2,90%), São Luís (-2,56%), Fortaleza (-2,35%), Aracaju (-2,20%), Rio de Janeiro (-2,17%), Curitiba (-2,12%) e João Pessoa (-2,01%). Já as elevações foram registradas em Rio Branco (0,77%), Campo Grande (0,29%) e Belém (0,28%)."
Maior custo
"São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 841,23), seguida por Florianópolis (R$ 800,68), Cuiabá (R$ 789,98) e Porto Alegre (R$ 789,77). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente1, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 538,10), Maceió (R$ 571,47), Natal (R$ 591,38) e João Pessoa (R$ 597,66)."
Continua mais abaixo, com o valor do salário mínimo a partir do preço mais alto da cesta de alimentos
Receba atualizações:
Salário mínimo real deveria ter sido R$ 7.067
"Com base na cesta mais cara, que, em novembro, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em novembro de 2025, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.067,18ou 4,66 vezes o piso mínimo nacional de R$ 1.518,00. Em outubro, o valor necessário era de R$ 7.116,83 e correspondeu a 4,69 vezes o piso mínimo. Em novembro de 2024, o mínimo necessário deveria ter ficado em R$ 6.959,31 ou 4,93 vezes o valor vigente na época, que era de R$ 1.412,00."
Faça uma assinatura solidária, acesse sem restrições todo o conteúdo do site e ajude a mantê-lo.
Temos custos. Apenas R$ 19,90/ano!
Ou pague no pix (recomendável, vem integral).
Pix: apoie@deverdeclasse.org
Caso não queira assinar, deixe uma contribuição de qualquer valor. Apenas pix.
Receba atualizações:
Mais recentes do tópico Economia:
Audiência Pública será na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. Dois projetos serão discutidos, um relativo à questão salarial, e outro referente à jornada de trabalho para esses profissionais.
Pedido é simples e feito direto ao Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal, sem necessidade de intervenção da justiça. Servidor deve avaliar se vale a pena pedir o resgate, pois os bancos no geral não devolvem o valor integral da transação.
Rogério Correia (PT-MG) afirma que pressão dos servidores públicos da Saúde e Educação na Câmara na última quarta-feira (18) trouxe novos elementos que podem alterar profundamente os rumos da PEC 32.
Rogério Correia é membro da Comissão Especial da Câmara que analisa a PEC 32 do governo Bolsonaro. Parlamentar explica que demissão em massa é para enquadrar o atual servidor no artigo 37-A do projeto, que impõe a privatização dos serviços públicos no País, sobretudo na Saúde e Educação.
Segundo dados do IBGE do último mês de julho, cerca de 15 milhões de brasileiros estão desempregados. Fechamento de pontos da MAC só agrava essa situação. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro brinca de andar de motocicleta pelo país e promove fumacê com tanques de guerra em frente ao Congresso Nacional.
Iniciativa se contrapõe à Reforma Administrativa do governo Bolsonaro, que prejudica servidores dos três poderes da União, Distrito Federal, estados e municípios. No caso dos profissionais do magistério, embasamento está na Lei do Plano Nacional de Educação (PNE). Proposta será enviada a deputados e senadores.
Especialista diz que PEC 32 é péssimo para servidores e defende povo nas ruas para barrar o projeto
"A Reforma Administrativa do presidente Bolsonaro ataca todo o funcionalismo e precariza bastante setores essenciais, como Saúde e Educação. Não pode ser aprovada", explica Cyntia Falcão, historiadora e Especialista em Políticas Públicas e Supervisão Educacional.
Pec diz que "estabilidade" será apenas para quem ocupar cargo típico de Estado; saiba quais
Reforma, no entanto, prevê que mesmo quem estiver nos chamados cargos típicos de Estado poderá ser demitido através de Avaliação Periódica de Desempenho, novidade criada para prejudicar também os atuais servidores.








