Petista defende chapa Boulos-Erundina, caso Haddad não aceite ser candidato a prefeito em SP

13/07/2020

Breno Altman é um dos principais analistas políticos da esquerda brasileira; ele avalia que a candidatura de Jilmar Tatto tem legitimidade, mas não tem votos.

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Guilherme Boulos e Luisa Erundina, chapa do PSOL à prefeitura de SP em 2020. Foto: Esquerda Online.
Guilherme Boulos e Luisa Erundina, chapa do PSOL à prefeitura de SP em 2020. Foto: Esquerda Online.

Política | Breno Altman é editor do site Opera Mundi, filiado ao Partido dos Trabalhadores e um dos principais analistas políticos da esquerda brasileira. No programa Bom Dia 247 desta segunda-feira (13), ele defendeu a chapa Boulos-Erundina à prefeitura de São Paulo, caso Fernando Haddad não substitua Jilmar Tatto, candidato escolhido pelo PT

Altman diz que Tatto tem legitimidade e é um grande quadro, mas as pesquisas mostram que não tem votos e pode ser um fiasco eleitoral, o que comprometeria o PT e toda a esquerda nacional, dada a importância de São Paulo no contexto eleitoral do País. Continua, após o anúncio.

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Segundo turno

Breno Altman diz que as chapas do PSOL e PT separadas correm o sério risco de não irem para o segundo turno, o que fortaleceria a direita de conjunto, algo muito ruim, principalmente num momento em que um fascista como Bolsonaro está no comando da presidência da república. Continua, após o anúncio.

A saída, segundo o analista político, é tentar convencer Fernando Haddad a assumir a candidatura pelo PT. Caso isto não seja possível, o correto é o partido de Lula apoiar a chapa Boulos-Erundina, vez que, com a esquerda unificada, é o PSOL que tem mais condições de chegar ao segundo turno e vencer, avalia Altman.

Polêmica

A proposta é polêmica e certamente provocará muitos debates internos, principalmente dentro do PT e PSOL.

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