A COPa beirando a MESA
O trabalho Informal no Brasil ocupa hoje mais de 40% do mercado produtivo
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>> Por Redação / O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) divulga no próximo dia 10 deste mês o resultado da pesquisa que faz todo mês sobre o custo da Cesta Básica. Pesquisa, antes feita em 17 capitais, desde agosto deste ano passou a ser em todas as 27. Em 2024, o órgão passou a atuar em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Estudo do Dieese divulga também estimativa para o valor real do salário mínimo a partir do preço mais caro de uma Cesta Básica registrado no país. Segundo o último levantamento do órgão:
"Com base na cesta mais cara, que, em outubro, foi a de São Paulo, e considerando a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.116,83 ou 4,69 vezes o mínimo de R$ 1.518,00. Em setembro, o valor necessário era de R$ 7.075,83 e correspondeu a 4,66 vezes o piso mínimo. Em outubro de 2024, o mínimo necessário deveria ter ficado em R$ 6.769,87 ou 4,79 vezes o valor vigente na época, que era de R$ 1.412,00."
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Logo que assumiu seu primeiro mandato em 2003, o presidente Lula (PT) fez todos os esforços para dar um ganho real ao salário mínimo, antes reajustado apenas pela inflação oficial do país.
Com o petista, mínimo passou a ser corrigido pela inflação mais crescimento do PIB, mecanismo interrompido pelos "presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro.
Ao retornar à presidência em 2023, Lula retomou a política que criara. Sem ele, salário mínimo nacional seria ainda menor, que é o que a direita e extrema direita brasileira defendem.
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O trabalho Informal no Brasil ocupa hoje mais de 40% do mercado produtivo
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