De forma correta, o gestor citou a lei que instituiu o piso nacional e a portaria interministerial que definiu o percentual de correção, independentemente do anúncio oficial do MEC, que não é obrigatório. Medida vale já para este mês de janeiro.
Reajuste do magistério 2026 deve ser bem melhor que o de 2025
Professor fala na balança comercial positiva e reafirma que sua previsão de reajuste de até 20% não é irreal
Definição sobre reajuste do magistério 2026 sai até 31 de dezembro. Foto: Webnode
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"Reajuste de até 20%"
Em 3 de agosto último, o docente e contador carioca Sérgio N Galvão enviou mensagem ao Dever de Classe afirmando que o "reajuste do magistério pode ficar entre 17% e 20% em 2026. Para sustentar tal prognóstico, o especialista citou dados reais da economia nacional, como arrecadação recorde do Governo Federal de R$ 1,4 trilhão no primeiro semestre deste ano, a maior desde 1995. Galvão disse também que o tarifaço de Donald Trump não afetaria sobremaneira as transações comerciais do país, o que favorece a correção salarial dos professores no próximo ano.
Nova mensagem reafirma previsão de bom reajuste para 2026
Em nova mensagem ao nosso site, o mesmo educador cita o resultado positivo da primeira balança comercial brasileira após um mês de tarifaço e reafirma sua previsão de bom reajuste para o magistério no próximo ano. Ver mais abaixo.
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O que diz o professor
"Tal como previ aqui mesmo no Dever de Classe, o tarifaço de Donald Trump não foi capaz de levar a economia brasileira à ruína, embora seja um problemão para o Brasil. O resultado positivo da nossa primeira balança comercial, após um mês das medidas dos EUA contra o nosso país, demonstram isso. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), superávit nacional em agosto foi de US$ 6,133 bilhões. Ou seja, não houve dado negativo, como muitos esperavam. Pelo contrário. Isso impacta positivamente no reajuste do magistério em 2026, dado que a Cesta do Fundeb cresce ou cai proporcionalmente ao desempenho de nossa economia. Diante disso, por mais que muitos achem absurdo, reafirmo minha previsão de que o índice de correção do piso nacional do professor pode ficar entre 17% e 20% no próximo ano."
Nossa opinião
Não subestimamos as análises e previsões do professor. No entanto, consideramos que ainda é cedo para ponderar sobre índices assim tão elevados em relação ao reajuste do magistério para 2026. Estamos, contudo, na torcida para que nosso amigo esteja certo.
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Mais piso do magistério
Segundo justificativa do senador Randolfe Rodrigues na apresentação do próprio projeto, é urgente que o governo federal assegure de forma direta pelo menos essa fração do piso do professor. Rodrigues é autor da iniciativa.
Um documento foi enviado ao Gabinete do Ministro Camilo Santana, com cópia para a chefia de gabinete. Dentre as razões elencadas, o fato de a atualização salarial ser em primeiro de janeiro, a tradição desde 2010 e o silêncio de prefeitos e governadores sobre a questão, embora portarias interministeriais definam índice de 14,95% para este 2023.
Grupo de docentes está em Brasília e se articula para entregar documento ao ministro da Educação Camilo Santana. Dentre as reivindicações, anúncio oficial imediato do reajuste de 14,95%, mais verbas para a pasta e pressão sobre prefeitos e governadores para que cumpram a lei e evitem paralisações em todo o País. Albetiza Moreira —...
Pagamento é para cair direto na conta de cada docente das redes públicas da educação básica de estados, DF e municípios. Iniciativa é do senador Randolfe Rodrigues e está em tramitação no Senado.
O VAAF-MIN de R$ 5.208,46 teria implicações somente para 2024. Entenda melhor a questão ao final desta matéria.
Expectativa é que Camilo Santana anuncie muito brevemente, vez que o percentual de 14,95% é para viger em 1° de janeiro. Embora não seja obrigatório do ponto de vista legal, prefeitos e governadores exigem que o MEC faça tal anúncio.
Portaria Interministerial que define reajuste foi publicada no Diário Oficial da União. Medida é obrigatória para estados, DF e municípios e deve ser aplicada logo a partir de 1º de janeiro. Com nova correção, valor mínimo para jornada de até 40 horas semanais passa de R$ 3.845,63 para R$ 4.419,96.
Interpretação do Supremo fere a política de correção anual do piso, ao confundir salário-base com remuneração.
Penalidade está prevista a partir do que reza o artigo 85 da Constituição Federal de 1988.









