"Seu merda, seu bosta!" Professora escracha Bolsonaro e é aplaudida nas redes sociais! Assista e compartilhe...

20/11/2018

A professora declarou também que o capitão é "presidente é do caralho" e o acusou de ameaçá-la de morte em 2013 e de ter ganho as eleições através de caixa dois e fake news 

Bolsonaro | A historiadora Ana Vitória Sampaio — doutoranda na Universidade de Brasília (UnB) — deu ontem (20) um fortíssimo escracho no presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A ação ocorreu quando o capitão reformado do Exército chegava ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), na capital federal do País. Pelas redes sociais, milhares de internautas parabenizaram a futura doutora. Bolsominions também se manifestaram e quase morreram do coração. Assista ao final da matéria.

Merecido tratamento

Ana Vitória chamou Bolsonaro de merda, bosta e outros adjetivos de mesmo calibre. A professora declarou também que o capitão é "presidente é do caralho" e o acusou de ameaçá-la de morte em 2013 e de ter ganho as eleições através de caixa dois e fake news. A moça falou o que milhões de pessoas queriam ter falado também. Uma guerreira.


Assista!

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Montante é 12,32% a mais que o recebido no mesmo período de 2022. Levando-se em conta que o reajuste do magistério deste ano (14,95%) é 18,29% menor que o de 2022 (33,24%), nada justifica dizer que não há dinheiro para a correção salarial deste 2023.
Com o Fundeb, montante sobe para 5,8 bi, isto é, 1,2 bi a mais. Recurso é referente ao 3º decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) deste mês de janeiro, maior 23,65% em relação ao mês período de 2022. Dados mostram que é possível cumprir reajuste do magistério deste 2023.
Não é pouco dinheiro. Só de salário, em 2022 foram R$ 260.717.886. Em 2023, parlamentares já tiveram 16,37% de aumento neste mês de janeiro e terão mais 6,12% em abril, o que elevará a conta ainda mais. Isto sem falar nas incontáveis outras regalias que têm. Confira tabela.
Cerca de 15% dos jovens de 15 a 29 anos, que correspondem a 7,6 milhões de pessoas, não frequentavam escola formal, não trabalhavam e não estavam procurando trabalho em 2021. Estudo foi publicado recentemente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).