A primeira semana de Jair Bolsonaro na prisão

30/11/2025

Livro de autoajuda, cruzadinhas, soluços, choro, Metanoia... O presidiário não tem muitas opções em sua nova vida na cadeia

>> Categoria: política

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Por Redação / O presidiário Jair Bolsonaro cumpriu sua primeira semana na prisão, de um total de aproximadamente 1.416 outras que terá de cumprir no cárcere. São 27 anos e três meses no xilindró.

"Metanoia" já na primeira semana

Segundo matéria de O Globo deste domingo (30), o capitão se envolveu nos seus primeiros sete dias de presídio com "Metanoia". Calma! Não se trata de metanol com paranoia. "Metanoia — A chave está em sua mente", é um livro de autoajuda do bispo americano JB Carvalho. "A verdadeira transformação começa quando aceitamos a responsabilidade por nossas escolhas", diz um trecho da publicação. Que lições Bolsonaro poderá tirar disso? Vai aceitar que é responsável por suas escolhas, se transformar e entender por que está na prisão? Difícil. É muito cabeça dura.

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>> Leia tambémA primeira noite de Jair Messias Bolsonaro na prisão

Quentinhas, cruzadinhas e choro

Ainda de acordo com O Globo:

"Horas após ver o primogênito [Flávio], Bolsonaro chorou ao saber que a prisão, até então em caráter preventivo, havia se tornado definitiva, com o fim do processo da trama golpista no STF."

"Para tentar estabilizar o humor do ex-presidente, a família recorreu a referências afetivas. Jair Renan levou palavras cruzadas, um dos passatempos preferidos do pai."

"Embora não haja qualquer indício de perseguição nas dependência da PF, pessoas próximas a Bolsonaro nutrem a desconfiança de que seria possível ocorrer um envenenamento a partir da comida da prisão. Até agora, portanto, o ex-presidente só ingeriu itens acomodados na "quentinha da dona Michelle" ou levados pelo irmão da primeira-dama, Eduardo Torres."

Vidão

Para quem cometeu os crimes pesadíssimos que o levaram à condenação, Bolsonaro ainda está é numa boa, se comparado aos centenas de milhares de presos pretos e pobres do país. Que demore de fato os 27 anos e três meses nesse "vidão".

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Mais recentes:

Especialista diz que prefeitos e governadores farão toda a pressão que for possível este ano para aprovar o PL 3.776/08, que vincula a correção do piso à variação do INPC/IBGE. Com isso, correções anuais são reduzidas e ganho real deixará de existir. A luta pelos 33,23% deve se intensificar.
É o maior percentual arrancado até aqui. Sinproja está à frente da luta e ganho mostra que o reajuste de 33,23% pode ser pago tranquilamente em todos os estados e municípios do País.
Estados, DF e municípios devem justificar necessidade e incapacidade, enviando solicitação fundamentada, acompanhada de planilha de custos comprovando a necessidade da complementação. Quem ainda não pagou os 33,23% deve adotar imediatamente essa medida junto ao órgão do governo federal.
Dados oficiais estão disponibilizados no site do Banco do Brasil. Variação para mais em janeiro/fevereiro chega até a quase 50%. Números desmentem discursos de prefeitos e governadores sobre suposta falta de dinheiro para cumprir o reajuste de 33,23% do magistério.
Paulo Ziulkoski continua a usar argumento falso para orientar gestores a dar calote nos docentes. Mesmo denunciado ao Ministério Público, presidente da entidade insiste em cometer crimes contra o magistério. CNTE precisa reforçar denúncias contra esse malfeitor.
Quem ainda não recebeu deve ficar atento. Gestores podem responder administrativa, civil e penalmente por descumprimento de norma constitucional. Jurista tira as principais dúvidas sobre a questão.

Educação | Ainda repercute nas redes sociais o reajuste de 33,23% para o magistério. Oficializado com festa pelo presidente Jair Bolsonaro e seu insignificante ministro da Educação, que nem lembro o nome agora e não estou com tempo para pesquisar, correção atiçou ainda mais o fanatismo dos seguidores do "mito", inclusive alguns professores.

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