Ao investigar as raízes do problema, torna-se evidente que a agressão não nasce do vazio, mas sim de uma convergência complexa de fatores individuais, relacionais e estruturais
A primeira semana de Jair Bolsonaro na prisão
Livro de autoajuda, cruzadinhas, soluços, choro, Metanoia... O presidiário não tem muitas opções em sua nova vida na cadeia
>> Categoria: política
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Por Redação / O presidiário Jair Bolsonaro cumpriu sua primeira semana na prisão, de um total de aproximadamente 1.416 outras que terá de cumprir no cárcere. São 27 anos e três meses no xilindró.
"Metanoia" já na primeira semana
Segundo matéria de O Globo deste domingo (30), o capitão se envolveu nos seus primeiros sete dias de presídio com "Metanoia". Calma! Não se trata de metanol com paranoia. "Metanoia — A chave está em sua mente", é um livro de autoajuda do bispo americano JB Carvalho. "A verdadeira transformação começa quando aceitamos a responsabilidade por nossas escolhas", diz um trecho da publicação. Que lições Bolsonaro poderá tirar disso? Vai aceitar que é responsável por suas escolhas, se transformar e entender por que está na prisão? Difícil. É muito cabeça dura.
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>> Leia também: A primeira noite de Jair Messias Bolsonaro na prisão
Quentinhas, cruzadinhas e choro
Ainda de acordo com O Globo:
"Horas após ver o primogênito [Flávio], Bolsonaro chorou ao saber que a prisão, até então em caráter preventivo, havia se tornado definitiva, com o fim do processo da trama golpista no STF."
"Para tentar estabilizar o humor do ex-presidente, a família recorreu a referências afetivas. Jair Renan levou palavras cruzadas, um dos passatempos preferidos do pai."
"Embora não haja qualquer indício de perseguição nas dependência da PF, pessoas próximas a Bolsonaro nutrem a desconfiança de que seria possível ocorrer um envenenamento a partir da comida da prisão. Até agora, portanto, o ex-presidente só ingeriu itens acomodados na "quentinha da dona Michelle" ou levados pelo irmão da primeira-dama, Eduardo Torres."
Vidão
Para quem cometeu os crimes pesadíssimos que o levaram à condenação, Bolsonaro ainda está é numa boa, se comparado aos centenas de milhares de presos pretos e pobres do país. Que demore de fato os 27 anos e três meses nesse "vidão".
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