Prefeitura quer que pais decidam se os filhos devem voltar às escolas para correr o risco de contaminação e morte por Covid-19

29/07/2020

Proposta é absurda. O que o prefeito deve fazer é aguardar a chegada de uma vacina. Jogar plebiscito-bomba na cabeça dos responsáveis pelo alunos é coisa de gente sem noção.

COMPARTILHE!

Publicidade

Imagem ilustrativa: aplicativo Canva.
Imagem ilustrativa: aplicativo Canva.

Saúde | Segundo matéria do G1 (28), a prefeitura de São Paulo quer fazer uma espécie de plebiscito para que os pais decidam se os filhos devem voltar às aulas antes que a pandemia de coronavírus esteja totalmente debelada. 

Com outras palavras, é como se quisessem perguntar se os responsáveis pelos alunos aceitam a ideia de que suas crianças e adolescentes devem correr o risco de se contaminar de Covid-19 e morrer. Continua, após o anúncio.

Sem noção

O plebiscito que a prefeitura quer fazer é coisa de gente sem noção. O que o prefeito Bruno Covas (PSDB) deve fazer é esperar a chega de uma vacina. Jogar uma decisão dessas na cabeça dos pais dos alunos é algo totalmente absurdo. Após o anúncio, vote na enquete e dê também sua opinião.

COMPARTILHE!

Faça uma pequena doação de qualquer valor, para ajudar a cobrir os custos de manutenção do site. Caso não possa ou não queira colaborar, continue a nos acessar do mesmo jeito enquanto estivermos ativos. Gratos.

Curta nossa página e receba atualizações sobre este e outros temas!

Anúncio

Mais recentes...

Lei Complementar contra o magistério, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em março deste ano, desconsiderou — para efeito de vários e importantes benefícios — quase dois anos de trabalho dos profissionais da educação, maio de 2020 a 31 de dezembro de 2021, fase crítica da pandemia de Covid-19. Na prática, é como se o magistério não tivesse...
Anúncios de pagamento devem se intensificar no mês de dezembro. Expectativa é que muitos estados e inúmeros municípios paguem o abono aos profissionais do magistério. CNTE luta para mudar critério de distribuição.
Objetivo é garantir ganho real para a categoria logo a partir de janeiro. Documento com outras importantes pautas dessa área foi entregue ao setor de educação da equipe de transição do futuro governo Lula.