Filho de Bolsonaro diz que morte do pai interessa a aliados muito próximos do capitão! Leia e compartilhe...

29/11/2018

Que aliados muito próximos seriam esses? Mourão? Sérgio Moro? Paulo Guedes? Carlos Bolsonaro dá uma explicação enigmática sobre isso

Bolsonaro | Pelo Twitter, Carlos Bolsonaro fala sobre morte do pai (Jair Bolsonaro) e diz que isto interessa a aliados que estão bem perto do capitão. Que aliados muito próximos seriam esses? Mourão? Sérgio Moro? Paulo Guedes? Outro?

Em sua postagem, Carlos não especifica. Mas, de forma enigmática, diz: "É fácil mapear uma pessoa transparente e voluntariosa. Sempre fiz minha parte exaustivamente. Pensem e entendam todo o enredo diário!"


Vice assume, em caso de morte do presidente eleito

Pela legislação eleitoral, caso Jair Bolsonaro venha a falecer, seu vice — general Hamilton Mourão — assume a presidência. Muito se especula pelas redes sociais e nos meios políticos que Mourão aceitou ser vice porque Bolsonaro, por alguma razão, deixaria o cargo logo no início do mandato.


Nova cirurgia

O capitão reformado do Exército tem uma nova cirurgia marcada para janeiro. Intervenção médica era para dezembro. Mas, devido a problemas no aparelho intestinal de Bolsonaro, procedimento cirúrgico foi adiado para depois da posse do eleito e visa retirar a bolsa de colostomia que o capitão mantém desde setembro, quando sofreu um ataque a faca. Após o anúncio, veja o que o filho de Bolsonaro declarou no Twitter!

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Professora diz que, mesmo com reajuste de 33,23%, não está fácil pagar gasolina a quase R$ 10,00 e gás de cozinha em torno de R$ 140,00. Educadora pede que o presidente faça alguma coisa para resolver o problema.
Dados da Secretaria do Tesouro Nacional e do Banco do Brasil mostram tendência de crescimento nas verbas do FPM e Fundeb, fenômeno que vem desde janeiro de 2021. Prefeitos e governadores podem perfeitamente, por exemplo, hornar reajustes salariais para o funcionalismo, em particular em relação ao índice de 33,23% do magistério.
Dinheiro é do FPM e vem com acréscimo de 26,16% em relação ao mesmo período de 2021. O acumulado do ano é de quase R$ 38 bilhões. Municípios não podem alegar falta de recursos para honrar compromissos, como por exemplo cumprir o reajuste dos professores.