Para ministro de Bolsonaro, reforma cortará regalias, como a aposentadoria especial dos professores! Leia e compartilhe...

21/02/2019

Cortar regras atuais da aposentadoria dos professores é o mesmo que querer matar os mestres na sala de aula

Economia | Segundo matéria do Estadão (20): "A (reforma da) Previdência vem para remover privilégios, reduzir desigualdades e principalmente botar o Brasil para crescer", disse o ministro [Paulo Guedes], em entrevista a jornalistas na portaria do Ministério da Economia."


Professores

Dentre os "privilégios" ou "regalias"que o super ministro de Bolsonaro quer passar a tesoura está a aposentadoria especial dos professores. Hoje, pelas regras atuais, uma docente pode se aposentar com benefício integral aos 56 anos de idade e 25 de contribuição.


Necessidade 

Mas isto não ocorre por conta de privilégio ou regalia. Ir para casa mais cedo é uma necessidade para os professores, necessidades inclusive referenda por médicos, haja vista o exercício do magistério ser uma atividade muito desgastante. Continua, após o anúncio.

Bolsonaro e seu ministro, contudo, não aceitam tal argumento. Para a dupla, idade mínima dos mestres deve ser 60 anos, e aposentadoria integral só após 40 anos de contribuição. Querem matar os professores em sala de aula.


Regalias de verdade ficam intocáveis

Se, por um lado, o atual governo quer acabar "regalias' inexistentes de professores, por outro não toca nas enormes mordomias dos políticos e das cúpulas do judiciário. Muito pelo contrário. Deputados e juízes ganham super salários e possuem incontáveis regalias, como auxílio-moradia mesmo para os que têm casa própria. Políticos se aposentam sem dar um prego numa barra de sabão. E juízes vão casa com proventos até quando são flagrados em ilícitos.

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Benefício será depositado na conta de professores e todos os demais servidores da educação ainda neste mês de dezembro. Detalhe do anúncio mostra que não é só do Fundeb que há sobras de recursos, algo que deve ser observado pelo magistério de todo o Brasil.
Medidas visam adequar prefeitura de Teresina à Reforma da previdência criada pelo presidente Jair Bolsonaro, do qual o prefeito José Pessoa (MDB) é forte aliado. Direção do Sindserm-THE chama mobilização para Câmara Municipal, com o intuito de barrar as horrendas iniciativas.