Professora confessa que o namorado já está com ciúmes de tantos galanteios, convites e autoconvites vindos de várias parte do Brasil e demonstra estar mais apaixonado pela educadora.
Economia em alta e projeções para reajuste do piso dos professores
Especialista diz que não há elementos concretos que justifiquem correção em 2026 abaixo ou no mesmo patamar de 2025; índice de crescimento no próximo ano deve ficar acima de 6,27% e entre 10% e 15% ou até mais
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Por Redação / Em e-mail ao Dever de Classe, o economista cearense Murilo B Alencar diz que o reajuste do magistério em 2026 deve ficar entre 10% e 15% ou até mais, na mesma linha do que fala também sobre isso o pesquisador Renato Ramalho, em outra matéria aqui em nosso site.
Crescimento da economia
Alencar, que também é professor, cita dados recentes da economia nacional para fazer suas ponderações sobre o tema que mexe com os educadores do Brasil inteiro todo fim de ano:
"Todo os dados apresentados pelo Governo Federal, mesmo após tarifaço dos EUA, mostram que a economia do país vai muito bem. Segundo informes mais recentes do site InfoMoney (24/11), 'Balança comercial [brasileira] tem superávit na 3ª semana de novembro [2025] de US$ 1,800 bilhão. No acumulado do ano, saldo positivo chega a US$ 56,4 bilhões com alta das exportações agropecuárias e avanço das importações industriais'. Isso repercute de forma muito positiva no Fundeb e reajuste dos professores, que certamente deve ficar entre 10% e 15% em 2026. Patamar de 2025 (6,27%) não deve se repetir."
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Fundeb, alta na arrecadação e crescimento de ICMS
O professor Murilo Alencar cita também dados da alta na arrecadação de impostos do Governo Federal e crescimento de ICMS como fatores econômicos também favoráveis ao piso dos professores em 2026:
"Números do Ministério da Fazenda revelam também que o Governo Federal tem tido sucessivas altas na arrecadação de impostos, sobretudo de ICMS, principal tributo que compõe a cesta do Fundeb. Segundo matéria da Agência Brasil (24/11), no "acumulado dos dez primeiros meses do ano [2025], as receitas federais chegam a R$ 2,4 trilhões, representando acréscimo real de 3,2% na comparação com igual período de 2024." Isto é indicativo de aumento melhor para o magistério em 2026. Quem pode negar?"
Queda nas matrículas, aumento do reajuste
Alencar lembra por fim que a queda no número de matrículas em 2025 também impacta de forma positiva no reajuste dos professores. Para tanto, cita dados do pesquisador Renato Ramalho já publicados aqui no Dever de Classe:
"Os dados provisórios do Censo Escolar 2025, disponíveis no painel Mapa de Coleta do Inep, mostram uma queda expressiva de cerca de dois milhões de matrículas nas redes estaduais entre 2024 e 2025. Mais ICMS e menos matrículas resultam em aumento do VAAF-MIN FUNDEB, o que favorece elevação do piso do professor, que deve ficar entre 10% e 15% ou mais".
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Mais recentes:
Estado divulga valores de abono do Fundeb
Pagamento deverá ser feito até no máximo o dia 31 e é proporcional à jornada de trabalho.
Cairá na conta dia 30. Cerca de trezentos docentes serão beneficiados. Prefeito diz nas redes sociais que pagamento é uma obrigação do gestor e também que se sente com o dever cumprido. Até o dia 31, mais anúncios como esse devem ocorrer em todo o Brasil.
No Rio de Janeiro, por exemplo, mais cinco cidades anunciaram pagamento do benefício, em sintonia com o governo estadual. Em mais localidades, situação parece ser a mesma.
Pagamento chega a mais de R$ 7 mil e está marcado para 29 deste mês. Todos os que atuam no ambiente escolar receberão o benefício.
Entidade — de forma irresponsável e mentirosa — diz que critério de correção do piso é ilegal e faz terrorismo e pressão sobre os prefeitos e governadores para que não paguem os 33,23%. Além disso, contrariando Emenda Constitucional 114/2021, quer que estados e municípios confisquem precatórios dos educadores relativos ao Fundef.
Educação | Governadores, prefeitos, CNM e quem mais chegar podem dizer o que quiserem sobre o reajuste do magistério — 33,23% — confirmado para janeiro de 2022. Nenhum, contudo, conseguirá sustentar pelos fatos que não há dinheiro.
CNM mente sobre reajuste do(a) professor(a)
Não é verdade que a atualização salarial é desconectada da realidade econômica do País e dos municípios brasileiros. Todo ano há sobras de recursos do Fundeb, e verbas do fundo cresceram muito a partir deste ano e crescerão ainda mais em 2022 . Além disso, caixa dos prefeitos engordará bastante, por conta de um adicional bilionário no FPM. Reajuste...
Como é feito o cálculo? Quem tem direito? Qual a carga horária? É obrigatório para os governos? Trata da jornada extraclasse? Corre o risco de acabar?
Alteração para mais se deu porque Portaria Interministerial elevou o valor do Custo Aluno de 2021 de R$ 4.397,9 para R$ 4.462,83. Caixas de prefeitos e governadores também tiveram boa alta de recursos, o que viabiliza a atualização do magistério logo em janeiro de 2022.








