Tognolli | Jornalista dedo-duro pode ser impedido de exercer a profissão! Leia e compartilhe...

09/07/2018 10:31

Foto: You Tube
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Dedo-duro já foi repreendido pelo chefe do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Ações na Fenaj podem resultar em punição mais dura

Comportamento | O jornalista e professor da Escola de Comunicação e Artes da USP Cláudio Tognolli pode perder o direito de exercer sua profissão. O motivo é a atitude deplorável de agir como dedo-duro do desembargador Rogério Favreto, que autorizou a liberdade de Lula. Tognolli postou no Twitter o telefone do magistrado, com o claro e criminoso fim de jogar o povo contra essa autoridade do TRF-4. Após receber milhares de represálias por conta disso nas redes sociais, Tognolli se acovardou e apagou a deduragem que postara.

Vários profissionais de imprensa, em particular de São Paulo, onde Tognolli atua, sinalizam que vão impetrar ações na Comissão de Ética do sindicato do dedo-duro e na Fenaj. Cristian Góes — membro titular da Comissão Nacional de Ética (CNE) da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) — já anunciou no Facebook que vai propor a abertura de um processo para apurar o caso.

O objetivo de tais ações é expulsar Tognolli dessas entidades ou aplicar-lhe alguma outra dura punição que o impeça de continuar a usar o jornalismo para a promoção de crimes, como é o caso da incitação à violência que ele patrocinou com sua deduragem.


Repreendido na USP

Segundo o site da Fórum, o jornalista Dennis de Oliveira, chefe do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), publicou Nota em que repudia a atitude do jornalista dedo-duro. Leia, após o anúncio.

"Eu, Dennis de Oliveira, chefe do Departamento de Jornalismo e Editoração, jornalista, não concordo e repudio essa publicação do celular do desembargador na rede social. Acredito que o debate político e jurídico não pode ser feito a partir dessas tentativas de criar linchamento de pessoas. Esse não é o jornalismo que ensinamos na ECA e essa postura não corresponde à visão do curso de jornalismo da USP que temos implementado." 

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