Recursos previstos e não gastos com pagamento de pessoal durante um exercício têm de voltar para a conta de quem de fato é dono dos mesmos. Novo Fundeb abre brechas para isso.
O aguardado encontro entre Lula e Trump
Nem cilada ou lula de mel; o mais provável é o início de um relacionamento que deve ser benéfico ao Brasil
Com experiência e firmeza política, Lula certamente se sairá bem no encontro com Donald Trump. Foto/reprodução.
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Política / Após Donald Trump dizer na ONU que "existe uma química" entre ele e Lula, muito se especula na grande mídia e redes sociais sobre possível encontro entre os dois. Cara a cara deve ocorrer nos próximos dias.
Diante do quadro, alguns já falam em "lua de mel" Brasil-EUA, enquanto outros, menos otimistas, creem que "aceno" de Trump pode na verdade ser uma "cilada" contra o líder petista e o nosso país. Tudo leva a crer que nem uma coisa nem outra.
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Por mais imprevisível que seja, Donald Trump sabe que não pode fazer o que quer em relação ao Brasil. O norte-americano viu até aqui que todas as suas ameaças e aplicação delas (tarifaço, sanções a autoridades brasileiras) não fizeram Lula se curvar aos seus mandos e desmandos em todo o planeta.
A fala do presidente brasileiro na ONU foi muito clara quanto a isso. E Trump entendeu, por isso falou em "química" e em possibilidade de encontro para os próximos dias. E não interessa se foi motivado por algum grande lobista do mundo empresarial ou apenas caiu a ficha em relação ao maior líder mundial do momento.
Tese da "cilada", portanto, nos parece menos provável de acontecer.
Também não há qualquer clima de "lua de mel". Donald Trump dobrará suas apostas e vai exigir, exigir, exigir. É um negociante prepotente, continua a crer que pode comprar a preço de banana as riquezas e soberania do Brasil.
Contudo, sabe que receberá todos os nãos que Lula achar conveniente dizer em sua cara. Ponto.
Do tal esperado tête-a-tête, portanto, provavelmente deverá surgir o início de um relacionamento difícil entre os governos brasileiro e dos EUA. Mas, já a curto e médio prazos, é algo que deve ser benéfico ao Brasil. É o Trump que já começou a ceder.
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Demais profissionais da educação lotados nas escolas públicas estaduais e municipais também estão incluídos no projeto.
Um deles diz respeito às instituições bancárias onde devem ser movimentados os recursos do Fundeb. O outro é sobre quem deve ser pago com o dinheiro desse fundo. Ambos é para ter vigência ainda em 2021.
Medida fere a constituição, tem viés fascista e pode se voltar a qualquer tempo contra os próprios setores da esquerda que aplaudem tal absurdo. Basta lembrar do que ocorreu com Lula, no mesmo sentido, em 2018.
Pec 32 está travada na Câmara. Presidente diz que em 2022 o projeto ficará mais inviabilizado ainda, por causa das eleições. Parlamentares não vão querer se atritar com servidores.
O que aconteceu com a presidenta Dilma, já deveria servir de exemplo.
Se os planos de carreira não foram atualizados para absorver todos os recursos, como reza cartilha do novo Fundeb, o correto e sensato é dividir com os docentes o dinheiro que sobrar do fundo em cada ano, tal como fazem alguns gestores.
"Esse presidente é o que de pior aconteceu no Brasil, responsável direto inclusive pela morte de vários educadores. Acorde, minha gente! Já passou da hora de pôr esse traste genocida pra fora!"
Economista explica que valores individuais devidos aos educadores não chegam a R$ 600 mil. Portanto, estão fora da Pec do Calote proposta pelo governo Bolsonaro, o que implica em pagamento de uma só vez, como manda a Justiça.
Crescimento de repasses do Banco do Brasil aos estados é resultado da recuperação de vários impostos que compõem o fundo e do aumento da complementação da União a partir da nova lei aprovada em 2020. O que não for gasto dentro do percentual mínimo exigido deve ser rateado com os educadores.










