Roteiro de cinema trash
28/09/2022
No final, o monstro assassino é derrotado, morre... Mas volta para dar mais um susto na plateia.
Ao contrário de Fux, Ministra Cármen Lúcia e ministro Cristiano Zanin vão condenar o genocida
Política / O dia amanheceu e a ressaca de Jair Bolsonaro certamente será muito grande nesta quinta-feira (11). Após a euforia por conta da decisão (comprada?) do ministro Luiz Fux, condenação do genocida será ratificada pela ministra Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Ao final, estima-se em pena que pode chegar a 30 anos ou mais. Aos bolsonaristas e líder da gang, resta sonhar com anulação num futuro distante. É só aguardar.
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Ao todo, percentual de corte chega a 96% para 2023, o que é um enorme prejuízo para as crianças e profissionais que atuam na área. Educação de Jovens e Adultos (EJA) também foi tesourada em 56% de suas verbas. Um massacre em toda a Educação Básica
Foi um erro crasso da direção do Sinte-Pi chamar dois inimigos dos trabalhadores para dentro do sindicato da categoria.
Há inclusive um vergonhoso e inusitado caso de um juiz que atuou como advogado de defesa de uma prefeitura, para negar direito dos 33,23% a docente.
Educadores repudiam descontos de salários e querem que o Sinte-Pi promova ação prática e urgente para que a governadora Regina Sousa (PT) reponha imediatamente o dinheiro cortado dos professores. Docentes exigem também que lotação original seja mantida.
"A lei do piso se transformará em mais uma norma sem sentido real". "Decisão se estenderá a todos os entes — estaduais e municipais." Ministro "Xandão" chegou a conclusão inusitada após embarcar em "informações e tese distorcidas prestadas pelo Estado do Pará". Avaliação consta em nota assinada pelo experiente advogado Walmir Brelaz, do Sintepp/Pa....
Interpretação do Supremo fere a política de correção anual do piso, ao confundir salário-base com remuneração.
Em apenas um caso de malversação escabrosa de dinheiro da educação pública, "a Controladoria-Geral da União pescou um edital para a compra de dez milhões de mesas e cadeiras escolares com um sobrepreço que poderia chegar a R$ 1,59 bilhão. O total da fatura chegaria a R$ 6,3 bilhões", revela o experiente jornalista Elio Gaspari, em matéria na Folha...
Pesquisa diz que 72% dos brasileiros veem falta de investimento e desvalorização dos profissionais do magistério como principais problemas da educação pública, não a questão da disciplina.
Bloqueio de recursos atinge institutos e universidades federais e dificulta ainda mais a vida de milhares de estudantes e professores. Enquanto isso, o governo federal aumentou em R$ 25 milhões os recursos para despesas com publicidade justamente no ano em que o presidente tenta se reeleger.