Para reparar injustiça, idealizadora do Enem prega eliminação do 1° dia e novas datas para o exame

20/01/2021

Ex-presidente do INEP, a educadora Maria Inês Fini afirma que a abstenção de mais da metade dos candidatos no Enem 2020 demonstra que a data escolhida para a aplicação da primeira prova estava errada.

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Fortíssima abstenção marcou primeiro dia do Enem 2020. Imagem ilustrativa: aplicativo Canva.
Fortíssima abstenção marcou primeiro dia do Enem 2020. Imagem ilustrativa: aplicativo Canva.

Educação | Segundo matéria do Globo (20), "na avaliação da educadora Maria Inês Fini, "a primeira prova do Enem, realizada no último domingo (17), deveria ser cancelada e reaplicada num momento sanitário mais responsável junto com a segunda etapa do exame, que está marcado para o próximo fim de semana." 

Fini é ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e uma das idealizadoras do Exame Nacional do Ensino Médio. A abstenção no primeiro dia deste ano ultrapassou 51% e prejudicou 2.842.332 alunos. Continua, após o anúncio.

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O que disse a ex-presidente do Inep e uma das idealizadoras do Enem sobre a necessidade de adiar o Enem, segundo o Globo:

 "— As consequências de um novo adiamento do Enem são menores do que ter um exame com apenas metade dos alunos inscritos — defende. — O problema é se comportar como se a prova nesse momento, com essa abstenção, fosse normal e pudesse continuar assim."

De acordo também com o GloboMaria Inês Fini afirmou ainda que:

"— Temo pelo futuro do Enem. Há todo um ambiente de insegurança e instabilidade que está cercando o exame."

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