The Guardian repercute demissão de comandante do Exército

22/01/2023

Jornal britânico destaca que "Júlio Cesar de Arruda teria impedido a polícia de deter supostos manifestantes que se refugiaram fora do quartel-general do Exército.


Mundo | O jornal britânico The Guardian repercutiu a demissão do comandante do Exército Júlio Cesar de Arruda, medida tomada pelo presidente Lula (PT) e comunicada ao militar neste sábado (21).

Com uma imagem muito bem alinhada de Lula — assinada pelo fotógrafo  Evaristo Sa — da famosa agência Getty Images, a matéria destaca que:

"Arruda, que alguns dos aliados de Lula suspeitam estar politicamente alinhado com Bolsonaro, teria impedido a polícia de deter supostos manifestantes que se refugiaram em um acampamento fora do quartel-general do exército de Brasília na noite do ataque."

Continua, após o anúncio.

Para não perder o comando, Lula deve fazer uma limpa nos cargos militares comissionados ocupados por bolsonaristas. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.
Para não perder o comando, Lula deve fazer uma limpa nos cargos militares comissionados ocupados por bolsonaristas. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

O The Guardian destaca também:

"Lula removeu pelo menos 80 militares de seus cargos em seu governo nos últimos cinco dias, segundo o jornal O Globo, em uma aparente tentativa de erradicar os apoiadores radicais de Bolsonaro.

"Arruda será substituído pelo general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, de 62 anos, chefe do comando militar do sudeste em São Paulo."

Compartilhe e curta abaixo nossa página no Twitter e Facebook, para receber atualizações sobre este tema. Aproveite para deixar uma pequena doação ao nosso site.

Ajude com uma pequena doação de qualquer valor. Temos custos a pagar todos os meses e, para manter nossas publicações, precisamos de seu apoio. Se não quiser ou não puder doar, continue a nos acessar do mesmo jeito. Gratos.

PIX - Celular 86988453625 João R P Landim Nt

Siga-nos!

Mais recentes sobre mundo...

Canção escrita por Michael Jackson e Lionel Richie — e gravada por 44 super astros do pop internacional — completa hoje 38 anos. Movimento visou arrecadar fundos para combater a fome na África. Mas foi muito pouco para enfrentar uma iniquidade que é própria de um regime em que as pessoas são divididas em classes sociais.