Coordenação de campanha de Lula (PT) deve pedir com urgência o seu afastamento do TSE, ou então a extrema direita fraudará o processo e ainda dirá que lhe roubaram alguns votos
Internacional da Educação discute saúde dos profissionais do setor
Evento ocorreu na Argentina e reuniu representantes de sindicatos dos trabalhadores/as da educação de 178 países.
Compartilhe!
Sua contribuição é crucial, pois ajuda na cobertura dos custos mensais da página, para que possamos mantê-la atualizada. Obrigado.
exercício do magistério leva muitos docentes a doenças variadas, que vão desde rouquidão a depressão profunda. O motivo principal disso é a carga exagerada de trabalho que muitos educadores têm de enfrentar no dia a dia, como forma de alcançar uma melhor remuneração. Muitos se submetem a carga dupla e até tripla de trabalho, em condições laborais geralmente muito ruins, seja no setor público ou privado.
Leia também
- Novo Ensino Médio é sinônimo de mais doenças para os professores
- Alto estresse da sala de aula pode comprometer até o desempenho sexual dos docentes
- Cientistas desenvolvem spray nasal que elimina proteína ligada à doença de Alzheimer
- Eutanásia pode ser estendida a pessoas com doenças mentais
- Alto calor leva a doenças e até óbitos
Pensando nisso, o 10º Congresso Mundial da Internacional da Educação (IE) destacou o "bem-estar dos/as educadores/as públicos como prioridade vital para uma educação de qualidade".
Sediado na capital argentina, o evento reuniu representantes de sindicatos dos trabalhadores/as da educação de 178 países, com programação até este dia 2 de agosto (sexta-feira). "Em um dos painéis apresentados, o Congresso destacou a urgência de ações para a garantia da qualidade laboral dos profissionais."
"Uma das estratégias-chave adotadas pela IE para a promoção da saúde e bem-estar dos trabalhadores em todo o mundo tem sido a campanha Go Public! Fund Education, que busca aumentar o investimento dos governos em educação pública.
Segundo destaca a Federação, melhorar o bem-estar dos profissionais da educação requer a garantia ampla de diversos fatores, como a saúde mental, o desenvolvimento profissional, ambientes de trabalho adequados, turmas reduzidas, recursos suficientes, além do envolvimento dos docentes na tomada de decisões. Para isso, ter um financiamento público que permita a implementação das iniciativas de forma eficaz é necessário."
Com informação da CNTE
Anúncio
Compartilhe!
Tópicos relacionados:
Dez matérias mais recentes:
Uma das principais e mais experientes articulistas de O Globo publica texto nas primeiras horas desta terça-feira (13) para alertar sobre o perigo de Flávio Bolsonaro implodir a 'democracia' no país
PL altera a lei 11.738/2008 para reduzir a jornada de aplicação do piso de 40 para 30 horas semanais, além de prevê punição rigorosa a quem descumprir a legislação
Fala do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) nesta segunda-feira (12), em Copacabana totalmente lotada, em mais um dos inúmeros atos pró-reeleição de Lula (PT)
Parecer técnico indica que Kassio Nunes Marques deve ser afastado com urgência do processo eleitoral
Ao mandar excluir do WhatsApp de forma precipitada o canal "Exército do Lula", Marques deu provas de que apoia o candidato Flávio Bolsonaro, um crime eleitoral, já que é o presidente da Corte
“Chorus Brasilicus”, música em tupi antigo é recriada através de parceria entre USP e Yale
A versão original da obra foi apresentada em agosto de 1619, como parte da peça teatral El Rey Don Manuel Conquistador de Oriente, no Colégio de Santo Antão, em Lisboa
"Super PEC da Transição" implica em alteração no piso do magistério já em 2027, prevê especialista
O centro da medida do candidato Flávio Bolsonaro é cortar gastos e impedir ganho real de salário, o que atinge Educação, Fundeb e dispositivo do novo cálculo do piso dos professores
O fim da vinculação dos pisos da Saúde e Educação retiraria R$ 23 bilhões desses setores no primeiro ano e R$ 145 bilhões no último ano da década, com R$ 800 bilhões no acumulado
Só a reeleição de Lula garante que a maioria do povo brasileiro não retroceda a um modelo de sociedade análogo à escravidão, como defende Flávio Bolsonaro
A parlamentar Eduarda Campopiano (PL-SP) é crítica de políticas sociais, principalmente para mulheres e minorias; porém, quando se trata da própria mãe, a hipocrisia manda e a extremista de direita faz vista grossa











