Luta da categoria em todo o Brasil é pelo reajuste linear, tal como está na tabela apresentada. No Piauí, o governador Rafael Fonteles disse apenas que ninguém do magistério receberá menos do valor mínimo para este ano, R$ 4.420,55.
Fundeb de outubro cresce na maioria dos estados
Dados são do Banco do Brasil e mostram que, na comparação com mesmo período de 2024, recursos no geral mantém elevação, fenômeno que vem desde 2023
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Em visita ao Piauí nesta quarta-feira (5), o ministro da Educação Camilo Santana fez discurso de que é preciso valorizar os professores do país. Foto: Agência Brasil.
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Principal fundo da Educação Básica Pública — o Fundeb — mantém no geral crescimento na maioria dos estados, segundo dados do Banco do Brasil. (Ver tabela geral ao final da matéria).
Comparação
Na comparação com mesmo período de 2024, o mês de outubro deste ano teve alta em 20 dos 27 entes da federação. Com um detalhe: ano passado não teve o tarifaço de Donald Trump. Oscilações para baixo refletem essa política dos EUA contra nosso país, em particular no estado de São Paulo.
Piso do Magistério
É do Fundeb que saem os recursos para pagar os salários dos profissionais da educação, sobretudo o piso nacional dos professores. Alteração no critério de reajuste do piso está em discussão e nova fórmula pode entrar em vigor já no próximo ano.
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Mais piso do magistério
Infratores ficam impedidos de receber recursos de transferência voluntária do governo federal enquanto não regularizar a situação.
Paralisação vem sendo defendida desde o fim do ano passado por alguns professores. Sinte-Pi, contudo, é que decidirá o melhor rumo a seguir. Luta é por 14,95% de forma linear para todos, algo que o governador Rafael Fonteles não garantiu até agora.
Professor Heleno Araújo — presidente da entidade — manda o comandante da CNM ler a lei do piso para entender de onde vêm os recursos para cumprir a atualização salarial de 14,95% para o magistério.
Além do dinheiro carimbado do Fundeb e os percentuais constitucionais que estados, DF e municípios têm de cumprir, Art. 4º da Lei do Piso assegura recursos da União para quem provar que não pode pagar.
Em vez de 14,95%, entidade prega 5,79%, que é o INPC acumulado, isto é, a inflação oficial de 2022. Prática golpista dessa entidade faz com que, todo ano, muitos prefeitos e governadores deixem de cumprir a lei da piso, em prejuízo de centenas de milhares de professores.
Ministro da Educação Camilo Santana ratificou índice de 14,95% já definido em portarias interministeriais. Atualização é retroativa a primeiro de janeiro e obrigatória para magistério da educação básica pública de estados, DF e municípios.
Percentual para 2023 é 14,95%, embora alguns gestores estejam arredondando para 15%, com efeito retroativo a 1º de janeiro.
"A importância do anúncio é para quebrar a resistência dos prefeitos e governadores. Como nós estamos já na segunda quinzena de janeiro, precisamos ganhar agilidade em termos de anúncio", diz Heleno Araújo, presidente da entidade, em cobrança ao Ministro da Educação Camilo Santana.
Índice para 2023 é 14,95%. Prefeito decidiu arredondar. A decisão foi tomada após negociação com representantes do Sindicato dos Servidores Municipais da cidade.









