Relatora do PL que cria novo piso do magistério assume CE no Senado

23/02/2025

Ao assumir Comissão de Educação, senadora Teresa Leitão ganha mais força para impulsionar projetos de interesse da educação pública e de seus profissionais, como o novo piso dos professores

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Por Landim Neto

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egundo matéria da Agência Senado (19), a senadora Teresa Leitão (PT-PE) foi eleita para presidir a Comissão de Educação (CE) do Senado. A parlamentar é pedagoga, atuou em escola pública e já foi inclusive presidenta do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe). Ou seja, conhece com profundidade as necessidades da educação pública e os interesses dos seus profissionais. 

Valorização de professores

Também de acordo com a Agência Senado, "Teresa [Leitão] destacou que vai se empenhar pela aprovação de políticas públicas de Estado permanentes e em temas como qualidade do ensino superior, segurança nas escolas e valorização de professores." Confira techo de sua fala:

— Estou bastante emocionada com este dia pela minha trajetória na educação. O nosso slogan era "Vai ter professora no Senado". Não por uma dimensão individual, mas por uma dimensão coletiva de uma categoria que se doa todos os dias, que é imprescindível para o desenvolvimento da sociedade, que precisa de formação e condições de trabalho adequadas."

Relatora do novo piso do magistério

A senadora Teresa Leitão está também com a relatoria do novo piso do magistério e agora, cremos, terá mais força para ajudar a aprová-lo. 

De autoria do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), PL 138/2022 estabelece inicial maior que os R$ 4.867,77 deste ano e traz outros importantes avanços, como a obrigatoriedade de o Governo Federal bancar 1/3 do valor. 

Direto na conta

Dinheiro a ser bancado pelo Governo Federal cai direto nas contas dos professores, sem cobrança de quaisquer taxas ou tarifas bancárias de qualquer natureza."

Senadora Teresa Leitão (PT-PE). Foto: Roque de Sá/Agência Senado.
Senadora Teresa Leitão (PT-PE). Foto: Roque de Sá/Agência Senado.

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Em vez de 14,95%, entidade prega 5,79%, que é o INPC acumulado, isto é, a inflação oficial de 2022. Prática golpista dessa entidade faz com que, todo ano, muitos prefeitos e governadores deixem de cumprir a lei da piso, em prejuízo de centenas de milhares de professores.
Ministro da Educação Camilo Santana ratificou índice de 14,95% já definido em portarias interministeriais. Atualização é retroativa a primeiro de janeiro e obrigatória para magistério da educação básica pública de estados, DF e municípios.
"A importância do anúncio é para quebrar a resistência dos prefeitos e governadores. Como nós estamos já na segunda quinzena de janeiro, precisamos ganhar agilidade em termos de anúncio", diz Heleno Araújo, presidente da entidade, em cobrança ao Ministro da Educação Camilo Santana.