Brasil na luta pelo reajuste dos professores
Atos ocorrem em todo o País nesta quarta-feira, 22 de março. Veja locais de mobilização.
Matéria se refere a direito como "ponto fora da curva" e "deformação na máquina pública", e sugere que professor(a) não deve ter, por não ser carreira típica do Estado; jornalão ataca também enfermeiros e pessoal administrativo
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João R P Landim Nt
João Rosa Paes Landim Neto
Continua, após a sugestão de matérias
Agora, a União promove uma série de contratações para reposição. Mas sem mudanças estruturais que mantêm, para alguns especialistas, distorções [deformações] na máquina pública, como a estabilidade no cargo que atinge cerca de 70% dos servidores federais chamados estatutários. (Grifos nossos).
Para os "especialistas" consultados pela Folha, a garantia de trabalho com independência em relação a políticos, a estabilidade, é uma "deformação do serviço público".
Estabilidade de servidores no Brasil chega a 65% do total; na Suécia, a 1%
Regras brasileiras são ponto fora da curva; cargos de Estado somariam pouco mais de 10%" (Grifos nossos).
A mensagem sub-reptícia aí sugere que, para se tornar um país "moderno" e "dentro da curva" como a Suécia, o Brasil deve tesourar pelo menos 64% dos que têm estabilidade no país.
No Brasil, a estabilidade protege desde juízes e policiais federais (carreiras consideradas típicas do Estado) a professores, enfermeiros e pessoal administrativo, posições amplamente encontradas no setor privado. (Grifos nossos).
Neste último trecho, o preconceito contra quem não está nas tais "carreiras típicas de Estado" é indisfarçável. Reescrito, poderia ficar assim:
No Brasil, a estabilidade protege desde juízes e policiais federais (carreiras importantes, necessárias e consideradas típicas do Estado) a servidores de menor valor, descartáveis, como professores, enfermeiros e pessoal administrativo, carguinhos amplamente encontradas no setor privado.
Uma coisa nojenta!
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