Para tentar enganar a opinião pública e até os docentes, governadores e prefeitos costumam juntar eventuais vantagens dos professores para dizer que já pagam o piso nacional do ano. Não pode. Especialista explica a questão.
Veja em que bancos e outras empresas professores podem ter descontos com a CNDB
>> A carteira facilita o acesso a vantagens já garantidas aos docentes, como descontos em eventos culturais, e a outros benefícios exclusivos do programa Mais Professores para o Brasil
>> Mais de 40 empresas já aderiram ao programa, com descontos que chegam até 100%
>> Categorias: Economia, Educação, Piso do Magistério
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Por Redação / Mais de 40 empresas, entre grandes, médias e pequenas já aderiram ao programa do Governo Federal Mais Professores para o Brasil, com descontos que chegam até 100%. Banco do Brasil, Caixa, Carrefour, Amazon, LG, Sansung, Ifood... A lista já está extensa e tende a crescer ainda mais, pois novas parcerias já estão sendo encaminhadas pelo MEC. Para acessar benefícios, educadores devem adquirir a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB), gratuitamente.
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Como adquirir a CNDB
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Empresas conveniadas
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Diferenças dos 14,95% não pagas na data certa devem ser corrigidas, porque atualização do piso dos professores é em primeiro de janeiro. Especialista explica a questão.
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Movimento pode se estender por várias outras partes do País. No caso de Fortaleza, decisão foi tomada em Assembleia Geral com mais de 5 mil pessoas, entre docentes e funcionários de escolas.
O professor de Direito e Políticas Públicas da UFABC — Salomão Ximenes — diz que a lei do piso não foi revogada e que, inclusive, não há mudança de posicionamento no âmbito do Ministério da Educação.
Em muitas localidades, inclusive, o percentual é arredondado para 15% e até 16%.
Na aplicação linear de 14,95% para todos — como deve ser —, há uma valorização na carreira e o total é maior. No escalonamento, tudo fica achatado.
O percentual de 14,95% deve ser aplicado no salário-base de todos, de forma a repercutir na carreira. Escalonado, nivela por baixo, desestimula a formação e anula as progressões por tempo de serviço. Especialista explica melhor a questão.
A ideia é fazer um dia nacional de mobilização em frente aos tribunais em todo o Brasil, para inibir ações como a que ocorreu em uma cidade de Santa Catarina, onde uma juíza, a pedido do prefeito, suspendeu no município a portaria do MEC que ratificou a correção salarial deste ano.









