Pagamento chega a mais de R$ 7 mil e está marcado para 29 deste mês. Todos os que atuam no ambiente escolar receberão o benefício.
Eduardo Bolsonaro está certo ao depositar confiança zero em Tarcísio
Lula caminha a passos firmes para se reeleger; ao filhinho do papai condenado, o melhor é apoiar a si mesmo e manter o troféu de segunda força política do país na própria família
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Política / Eduardo Bolsonaro dá cada vez mais sinais de que não tem qualquer disposição para apoiar o governador Tarcísio de Freitas nas eleições presidenciais de 2026. Firme quanto a esse aspecto, ameaçou publicamente romper até com o pai e lançar-se por conta própria ao Planalto no próximo ano.
Segundo matéria da Folha de São Paulo (27), "ele [Eduardo] calcula que, se um candidato como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), for eleito, o bolsonarismo estará enterrado enquanto movimento político."
Ainda sobre isso, a mesma Folha diz também que "Eduardo já expressou a opinião de que, se Lula (PT) for reeleito, seria uma espécie de mal necessário, para manter essa influência bolsonarista. Ele cogita se lançar à Presidência para manter o "movimento vivo" e eleger uma bancada de bolsonaristas, fortalecendo este grupo para 2030."
Pode-se discordar de tudo em relação a Eduardo Bolsonaro. É um neofascista e traidor da pátria com todos os atributos criminosos inerentes a qualquer um de sua estirpe. Um lixo, por assim dizer.
Contudo, nessa questão do Tarcísio — está certíssimo em sua avaliação política. Seria o fim dos Bolsonaros apoiar o governador, em caso de vitória ou derrota do mesmo.
Como todo mundo sabe que Lula caminha a passos firmes para se reeleger, ao filhinho do papai condenado, o melhor é apoiar a si mesmo e manter o troféu de segunda força política do país na própria família. Eduardo Bolsonaro está certo ao depositar confiança zero em Tarcísio de Freitas.
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Entidade — de forma irresponsável e mentirosa — diz que critério de correção do piso é ilegal e faz terrorismo e pressão sobre os prefeitos e governadores para que não paguem os 33,23%. Além disso, contrariando Emenda Constitucional 114/2021, quer que estados e municípios confisquem precatórios dos educadores relativos ao Fundef.
Educação | Governadores, prefeitos, CNM e quem mais chegar podem dizer o que quiserem sobre o reajuste do magistério — 33,23% — confirmado para janeiro de 2022. Nenhum, contudo, conseguirá sustentar pelos fatos que não há dinheiro.
CNM mente sobre reajuste do(a) professor(a)
Não é verdade que a atualização salarial é desconectada da realidade econômica do País e dos municípios brasileiros. Todo ano há sobras de recursos do Fundeb, e verbas do fundo cresceram muito a partir deste ano e crescerão ainda mais em 2022 . Além disso, caixa dos prefeitos engordará bastante, por conta de um adicional bilionário no FPM. Reajuste...
Como é feito o cálculo? Quem tem direito? Qual a carga horária? É obrigatório para os governos? Trata da jornada extraclasse? Corre o risco de acabar?
Alteração para mais se deu porque Portaria Interministerial elevou o valor do Custo Aluno de 2021 de R$ 4.397,9 para R$ 4.462,83. Caixas de prefeitos e governadores também tiveram boa alta de recursos, o que viabiliza a atualização do magistério logo em janeiro de 2022.
Repasses do Banco do Brasil mostram alta de até 60%, em comparação a igual período de 2020. Gestores não têm desculpas para não reajustar salário do funcionalismo, em particular do magistério.
A subvinculação de 70% é uma norma constitucional, hierarquicamente superior à LC nº 173/2020 (Pandemia). Projeto de Lei 3.418/2021 também não interfere na questão. Em caso de sobras de recursos neste ano de 2021, prefeitos e governadores não têm desculpas para não pagar os profissionais do magistério.
Educação | A aprovação do PL 3418/21 na Câmara (16) joga por terra qualquer perspectiva de valorização do magistério, em particular dos professores. Medida altera Lei do Fundeb e contraria a LDB para permitir que qualquer servidor lotado nas redes públicas de ensino da Educação Básica seja incluído na subvinculação de 70% dos recursos desse fundo...
Se não houve correção de salário ou outro tipo de valorização financeira do(a) educador(a), é bastante provável que existam sobras de recursos para abono e para incremento no reajuste previsto para janeiro de 2022. Conselho do Fundeb e outros órgãos devem ser acionados para checar os números.











