Cerca de 15% dos jovens de 15 a 29 anos, que correspondem a 7,6 milhões de pessoas, não frequentavam escola formal, não trabalhavam e não estavam procurando trabalho em 2021. Estudo foi publicado recentemente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).
Eduardo Bolsonaro está certo ao depositar confiança zero em Tarcísio
Lula caminha a passos firmes para se reeleger; ao filhinho do papai condenado, o melhor é apoiar a si mesmo e manter o troféu de segunda força política do país na própria família
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Política / Eduardo Bolsonaro dá cada vez mais sinais de que não tem qualquer disposição para apoiar o governador Tarcísio de Freitas nas eleições presidenciais de 2026. Firme quanto a esse aspecto, ameaçou publicamente romper até com o pai e lançar-se por conta própria ao Planalto no próximo ano.
Segundo matéria da Folha de São Paulo (27), "ele [Eduardo] calcula que, se um candidato como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), for eleito, o bolsonarismo estará enterrado enquanto movimento político."
Ainda sobre isso, a mesma Folha diz também que "Eduardo já expressou a opinião de que, se Lula (PT) for reeleito, seria uma espécie de mal necessário, para manter essa influência bolsonarista. Ele cogita se lançar à Presidência para manter o "movimento vivo" e eleger uma bancada de bolsonaristas, fortalecendo este grupo para 2030."
Pode-se discordar de tudo em relação a Eduardo Bolsonaro. É um neofascista e traidor da pátria com todos os atributos criminosos inerentes a qualquer um de sua estirpe. Um lixo, por assim dizer.
Contudo, nessa questão do Tarcísio — está certíssimo em sua avaliação política. Seria o fim dos Bolsonaros apoiar o governador, em caso de vitória ou derrota do mesmo.
Como todo mundo sabe que Lula caminha a passos firmes para se reeleger, ao filhinho do papai condenado, o melhor é apoiar a si mesmo e manter o troféu de segunda força política do país na própria família. Eduardo Bolsonaro está certo ao depositar confiança zero em Tarcísio de Freitas.
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Em um dos trechos do artigo, Cristina Serra diz na Folha de S.Paulo que "Sérgio Etchegoyen emergiu das sombras, onde atua com desenvoltura, e reapareceu num programa de entrevistas para afrontar Lula".
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