Ao investigar as raízes do problema, torna-se evidente que a agressão não nasce do vazio, mas sim de uma convergência complexa de fatores individuais, relacionais e estruturais
IBGE mostra que quilombolas sofrem mais com analfabetismo
Censo 2022 revela que pessoas quilombolas a partir dos 15 anos eram 2,7 vezes mais analfabetas do que a população residente no Brasil
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egundo o Censo do IBGE 2022, pessoas quilombolas — a partir dos 15 anos — eram 2,7 vezes mais analfabetas do que a população residente no Brasil. Um absurdo e descaso das autoridades em todos os níveis em relação à comunidade prejudicada.
Matéria do Jornal da USP (6/92024) diz sobre o tema que:
"Esse grupo etário também é o que apresenta maior deficiência educacional. O nível de alfabetização entre as mulheres foi maior do que nos homens e as regiões Sul, Norte e Centro-Oeste apresentaram o maior nível de alfabetismo, apesar de, quando comparado ao restante da população, o nível educacional ser muito inferior."
Com informações de: Censo IBGE 2022 e Jornal da USP
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