oubo disfarçado de dinheiro público embalado em mais um pacote legal de privatização. É assim que professores e outros especialistas estão chamado o leilão de escolas públicas que o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas ameaça fazer até novembro deste ano.
R$ 1,6 bilhão para empresários
Segundo matéria no UOL (12), transação que visa entregar de início construção e gestão de 33 escolas em 29 municípios paulistas envolve a bagatela de R$ 1,6 bilhão. O dinheiro público está sendo costurado com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
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Desculpas esfarrapadas
Para a Secretaria de Educação, objetivo do roubo legalizado é "liberar a direção da escola de tarefas burocráticas, permitindo maior dedicação às questões pedagógicas".
Criem vergonha! O objetivo é entregar dinheiro público para os amigos empresários do governo Tarcísio de Freitas. Os diretores e demais profissionais que atuam no ambiente escolar sabem muito bem gerenciar os recursos do setor, até porque isto está intimamente ligado às questões pedagógicas.
APEOESP e CNTE não podem aceitar
O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (APEOESP) e a CNTE não podem aceitar esse tipo de transação. Acreditamos que mobilizações e medidas judiciais devem ser feitas no sentido de impedir que o monstrengo Tarcísio de Freitas destrua a educação paulista.