Servidores vão intensificar ações para barrar a reforma que arrasa o funcionalismo de todo o País

21/12/2020 19:10

Reforma Administrativa do governo Bolsonaro acaba estabilidade, congela salários e carreiras, exclui direitos já conquistados e atinge o pessoal dos três poderes da União, estados e municípios. Apenas magistrados, promotores e parlamentares são poupados.

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Imagem ilustrativa: aplicativo Canva.
Imagem ilustrativa: aplicativo Canva.

Economia | O funcionalismo público de todo o País promete entrar 2021 mobilizado contra o projeto de Reforma Administrativa do governo Bolsonaro, PEC 32/2020. Proposta governamental já está no Congresso e, se aprovada, acabará estabilidade e outros direitos e arrasará os servidores dos três poderes da União, estados e municípios. Inclusive os atuais funcionários serão também duramente prejudicados. Entidades representativas dos servidores anunciam ações já para o dia 05 de janeiro, logo no início do ano. Continua, após o anúncio.

Entidades querem barrar a reforma

Várias entidades representativas do funcionalismo público de todo o País prometem muitas ações para barrar a PEC que institui a Reforma Administrativa, dentre elas a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). 

Segundo matéria do Yahoo Notícias (20), "o Fórum Nacional de Entidades dos Servidores Federais (Fonasefe) vai definir as atividades da campanha contra as mudanças nas regras do funcionalismo.Continua, após o anúncio.

Para tanto, o Fonasefe já marcou reunião para o dia 5 de janeiro, ou seja, logo no início do ano. A batalha será dura, pois o presidente Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes jogarão todo o poderio que têm, leia-se, dinheiro, para convencer os parlamentares direitistas a aprovar o projeto. Fechados integralmente mesmo com o funcionalismo só o PT, PSOL e PCdoB.

Reforma Administrativa acaba estabilidade, congela salários e carreiras, e elimina direitos já conquistados. Projeto ataca atuais e futuros servidores. Magistrados, parlamentares, promotores e militares serão poupados.

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